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As pessoas que não namoram vivem que tipo de amor?

© Public Domain
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Quando falamos de amor, a imagem clássica que vem à mente é a do casal apaixonado. Mas na Igreja católica – e também em outras igrejas e religiões –, muitos assumem uma forma de vida em que permanecem solteiros. Como essas pessoas vivem o amor?

Por meio do segundo voto, de pobreza, o consagrado manifesta que Deus é a única riqueza do homem. Aqui ele segue as regras do seu instituto, quanto à limitação no uso e disposição dos bens. Este voto manifesta uma vida vivida em sobriedade e alheia à riqueza da terra.

Por fim, a obediência expressa a graça libertadora de uma dependência filial e não servil, rica de sentido de responsabilidade e animada pela confiança recíproca, entre o religioso e seus superiores legítimos (cf. VC, 21).

“Com tal identificação ‘conformativa’ ao mistério de Cristo, a vida consagrada realiza a título especial aquela confessio Trinitatis, que caracteriza toda a vida cristã, reconhecendo extasiada a beleza sublime de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e testemunhando com alegria a sua amorosa magnanimidade com todo o ser humano” (VC, 16).

A vida consagrada expressa o buscar-se recíproco entre Deus e homem, o amor que os atrai. É a autoridade da Igreja que regula sua prática. As diversas formas de vida, quer solitária ou comum, surgidas no decorrer da história, são como os múltiplos ramos da árvore frondosa desse estilo de vida.

São muitas as opções para uma pessoa que quer abraçar a vida consagrada. Há os Institutos de Vida consagrada (Ordens e Congregações religiosas, masculinas e femininas, Institutos Seculares), as Sociedades de Vida Apostólica, a vida eremítica, as virgens consagradas e suas associações, além das novas formas de vida consagrada.

No caso específico da vida religiosa, em que se mantém a castidade no celibato, ela se distingue das outras modalidades de vida consagrada “pelo aspecto cultual, pela profissão pública dos conselhos evangélicos, pela vida fraterna levada em comum, pelo testemunho de união com Cristo e com a Igreja” (CIC, 925).

A vida religiosa nasceu no Oriente, nos primeiros séculos do cristianismo. Hoje ela é vivida em institutos canonicamente erigidos pela Igreja. Aqui, por exemplo, estão as diversas congregações religiosas masculinas e femininas, como, jesuítas, franciscanos, dominicanos, carmelitas, beneditinos.

A Irmã Maria Luiza vive sua consagração na família dos Carmelitas Descalços. Sendo assim, mora em um convento que se chama Carmelo. “É um palácio, mas não é meu. É um palácio de Deus”, afirma.

O coração da carmelita “se dilata para o mundo inteiro”. “É uma luz que irradia”, diz a religiosa. “A gente ama todos e cada pessoa, sem distinção, desejando o bem de cada irmão. A carmelita se torna uma irmã universal. A nossa vida de oração é sempre por amor a Deus, desejando a glória de Deus, e desejando o bem dos irmãos”.

A Irmã Maria Luiza entrou no Carmelo recitando o Salmo que louvava a alegria de ir à casa do Senhor. Após 56 de consagração, com entusiasmo e um sorriso nos lábios, ela reafirma: “é uma alegria que até hoje está em meu coração”.

Referências:

A Aleteia entrevistou e consultou a Irmã Maria Luiza de Medeiros, OCD (carmelita descalça). As referências utilizadas neste artigo foram: Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Vita Consecrata”; site oficial dos Carmelitas; Catecismo de Igreja Católica; Código de Direito Canônico; Decreto “Perfectae Caritatis”.

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