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Reações à renúncia de Bento XVI revelam surpresa

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“Um relâmpago num céu sereno”, disse Dom Angelo Sodano, decano dos cardeais

“Um relâmpago num céu sereno”. A frase do decano do colégio cardinalício, cardeal Angelo Sodano, é talvez a que melhor resume a reação geral ao anúncio do Papa Bento XVI de renunciar ao seu ministério a partir de 28 de fevereiro.

 

Só o irmão do Papa, Georg Ratzinger, estava a par da decisão. “Eu sabia”, disse Georg ao jornal alemão Die Welt: “meu irmão deseja mais tranquilidade em sua velhice” (Ansa).

 

“Mas sua missão continuará – prosseguiu o cardeal Sodano –. Ele disse que estará sempre próximo de nós com seu testemunho e com sua oração. Certamente, as estrelas no céu continuarão brilhando, e assim brilhará entre nós a estrela de seu pontificado”.

 

“A declaração do Papa – explicou o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa vaticana – é coerente com o que o Papa tinha declarado no livro-entrevista “Luz do mundo”, em que há duas perguntas precisas que se referem à hipótese da demissão.

 

Em uma resposta, Bento XVI afirma que o papa teria direito de renunciar, e até mesmo deveria renunciar, quando tivesse clara consciência de não ser capaz física, mental e espiritualmente de desempenhar o cargo a ele confiado. 

 

A notícia da renúncia imediatamente rodou o mundo.

 

A chanceler alemã Angela Merkel expressou sua “gratidão e respeito” pelo pontificado do Papa alemão. 

 

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou “um grande alento” e manifestou seu “grandíssimo respeito”.

 

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, expressou seu “respeito a um Papa que, apesar de todas as dificuldades da Igreja, deu esperança ao seu povo”.

 

O cardeal-patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, disse à Renascença que “este foi um ato extraordinariamente corajoso que vai introduzir na Igreja um ritmo novo” (cf. Agência Ecclesia, 11 de fevereiro).

 

Em nota oficial, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dirigida pelo cardeal Raymundo Damasceno Assis, afirma: “acolhemos com amor filial as razões apresentadas por Sua Santidade, sinal de sua humildade e grandeza, que caracterizaram os oito anos de seu pontificado” (cf. CNBB, 11 de fevereiro).

 
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