Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.
Newsletter Aleteia: uma seleção de conteúdos para uma vida plena e com valor. Cadastre-se e receba nosso boletim direto em seu email.
Registrar

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

Última audiência de Bento XVI: “não abandono a cruz”

Compartilhar

Emocionado, Papa se despede dos católicos com um grande agradecimento

Já antes de iniciar o último encontro de Bento XVI com os peregrinos, a audiência geral de quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013, as ruas ao redor da Praça de São Pedro estavam tomadas de fiéis que vinham para se despedir do Papa. Mais de 100 mil pessoas já se encontravam dentro da Praça.

 

O Papa iniciou o seu discurso fazendo um grande agradecimento, “de coração”. “Estou realmente comovido e vejo a Igreja viva”, disse.

 

Segundo Bento XVI, seu coração se alargava ao mundo inteiro. Ele afirmou sua grande confiança no Senhor, que conduz a Igreja, e na sua Palavra, que enche o coração de alegria.

 

O Papa afirmou que, durante seu o pontificado, sentiu-se como Pedro, na passagem evangélica da tempestade. “Houve momentos difíceis”, reconheceu. “Tantos dias de sol, mas também momentos em que as águas eram agitadas, e o Senhor parecia dormir”.

 

“Mas a barca da Igreja é sua. Eu sempre soube que o Senhor estava lá. O Senhor não a deixa afundar. É ele quem a conduz. Esta foi e é uma certeza que nada pode ofuscar”. “Eu pude sentir a presença de Deus todos os dias neste pontificado”, afirmou ainda.

 

Segundo Bento XVI, ali naquele momento o seu coração estava cheio de agradecimento a Deus, que não deixou faltar o seu consolo, a sua luz e o seu amor.

 

Convidou todos a renovarem a fé, em um tempo em que ela é frequentemente deixada de lado, e a fazer a experiência do amor de Deus.

 

Ele reafirmou que nos últimos tempos sentira suas forças diminuírem. E que rezou muito para que Deus o iluminasse em sua decisão.

 

Disse que renunciou na plena consciência da gravidade e da novidade do seu ato. “Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer escolhas difíceis, tendo sempre diante o bem da Igreja, e não o seu próprio bem”.

 

“Não abandono a cruz, mas permaneço de modo novo junto ao Senhor crucificado”. Disse que dali para frente não carregaria mais a potestade do cargo, mas contaria com a força da oração.

 

“O Papa nunca está sozinho” – disse –, “sabemos isso de modo tão grande que toca o coração”. Reafirmou seu agradecimento a todos, especialmente àqueles que colaboraram no pontificado. 

 

No final, pediu que todos rezassem pelo novo Papa. Longos aplausos e saudações ecoaram durante o discurso. O Papa estava visivelmente emocionado.

Boletim
Receba Aleteia todo dia