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C.S. Lewis: o mestre de Nárnia

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Um dos grandes nomes da literatura inglesa, Lewis viu sua poderosa imaginação desabrochar quando ele abraçou o cristianismo

 

Feliz em um incomum casamento tardio com Joy Davidman, a fama Lewis cresceu ao longo da década de 1950, até ele se tornar mundialmente conhecido como apologista e escritor cristão. Ele morreu de complicações decorrentes de insuficiência renal em 22 de novembro de 1963, a mesma tarde em que John F. Kennedy foi assassinado em Dallas.

 

Apesar da fama, Lewis era um cristão humilde. Durante sua última doença, ele confidenciou a amigos seus temores de que seus familiares ficassem sem recursos. Ele havia dado a maior parte do dinheiro obtido com suas obras para os pobres e estava convencido de que, após sua morte, seus livros não seriam mais impressos e seus familiares ficariam sem um tostão.

 

Mal sabia o grande legado que deixaria. Três de suas “Crônicas de Nárnia” foram transformadas em filmes de sucesso; uma peça de teatro e um longa-metragem foram feitos sobre sua vida. Ele influenciou toda uma geração de escritores de ficção, incluindo J.K. Rowling e Daniel Handler. As vendas de seus livros continuam a ressurgir em todo o mundo. Leitores não familiarizados com sua obra podem começar por seus clássicos “Cristianismo Puro e Simples”, “As Cartas do Inferno” e suas “Crônicas de Nárnia”.

 

Ao invés de morrer e ser esquecido, a vida e o legado de Lewis tornaram-se lendários na literatura inglesa, assim como sua fama e influência continuam a crescer. Como os filhos de Nárnia, diria: "Para cima e avante!"

 

Pe. Dwight Longenecker é pároco da igreja de Nossa Senhora do Rosário, em em Greenville, Carolina do Sul. Encontre seus livros e visite seu blog em dwightlongenecker.com

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