Aleteia logoAleteia logo
Aleteia
Sexta-feira 30 Outubro |
Santo Angelo de Acri
home iconEstilo de vida
line break icon

O que o Lobby Gay não quer que você saiba

Dale O’Leary - publicado em 14/06/13

Os defensores do homossexualismo dependem de apelos emocionais, porque eles certamente não podem contar com os fatos e com a realidade

Feministas radicais e defensores dos “direitos gays” se organizaram ao redor do mundo para promover certos direitos sexuais e reprodutivos que incluem o acesso irrestrito à contracepção e ao aborto, o direito das pessoas com atração pelo mesmo sexo não serem "discriminadas", se casar com uma pessoa do mesmo sexo e adotar crianças.

No entanto, os argumentos apresentados por aqueles que defendem a redefinição do casamento não são logicamente consistentes. Por um lado, eles ignoram a teoria de gênero, que afirma que a identidade sexual é uma construção social, mas, ao invés disso, argumentam que a atração pelo mesmo sexo é natural, que eles nasceram assim e não podem mudar, e que, portanto, têm um direito humano de igualdade de tratamento com base em sua natureza – ou seja, o direito de casar-se e adquirir as crianças. Por outro lado, argumentam que não há diferenças essenciais entre homens e mulheres no que diz respeito a sua capacidade de se casar ou educar os filhos e, portanto, uma criança criada por duas mães ou dois pais teria o mesmo nível sadio de desenvolvimento que as criadas pelos pais biológicos.

Em março passado, a questão do casamento foi à Suprema Corte dos EUA. Um tribunal de primeira instância tinha decidido que "o sexo dos pais de uma criança não é um fator que influencia no desenvolvimento da criança… Crianças não precisam ser criadas por um pai e mãe para estarem bem ajustadas". 

O tribunal de menor instância apontava estudos que sustentariam seu veredicto; no entanto, a análise desses estudos mostrou que eles eram mal projetados, traziam pequenas amostras, não representativas, além de outras ferramentas insatisfatórias. Por outro lado, há inúmeras provas de que as crianças têm o melhor quando criadas pelo seu pai e sua mãe, casados. Toda criança adquirida por um “casal” (par) do mesmo sexo foi separada de um ou ambos os pais biológicos. A criança percebe sua separação de um ou de ambos os pais biológicos como uma perda. Por exemplo, os adultos que foram concebidos através de inseminação artificial – um método frequentemente utilizado por “casais” (pares) do mesmo sexo do sexo feminino – estão agora com sua voz ativa. Eles querem saber quem são seus pais. Um estudo intitulado "O nome do meu pai é Doador" demonstrou os efeitos negativos da inseminação artificial por doação nas crianças.

Aqueles que promovem a redefinição do casamento exigem que o parceiro do mesmo sexo seja considerado o pai legal de qualquer criança nascida com outro parceiro, mesmo que ele não tenha ligação biológica com a criança. Recentemente, um juiz de Vermont (EUA) concedeu a uma lésbica a custódia da filha de uma mulher com quem ela tinha tido um relacionamento, apesar da lésbica não ter vínculo biológico com a criança. A mãe, que havia terminado o relacionamento quando a criança tinha 17 meses de idade, renunciou à homossexualidade e se tornou cristã. Quando a mãe biológica da menina se recusou a permitir as visitas da lésbica, porque a atmosfera na sua casa tinha mudado, o tribunal transferiu a custódia da menina à lésbica. Depois de esgotados os recursos legais para retirar sua filha da ex-parceira lésbica, a mãe e a filha fugiram para a América Latina, onde estão escondidas. Uma pessoa que as ajudou a fugir foi condenada a 22 meses de prisão.

Os tribunais não podem mudar o fato de que homens e mulheres são diferentes. A maternidade é fundamentalmente diferente da paternidade. Vínculos de sangue importam. As crianças querem conhecer e ser conhecidas por sua mãe biológica e seu pai biológico. Há uma infinidade de razões pelas quais o Estado deve conceder um estatuto privilegiado ao casamento entre um homem e uma mulher.

  • 1
  • 2
  • 3
Apoiar a Aleteia

Se você está lendo este artigo, é exatamente graças a sua generosidade e a de muitas outras pessoas como você, que tornam possível o projeto de evangelização da Aleteia. Aqui estão alguns números:

  • 20 milhões de usuários no mundo leem a Aleteia.org todos os meses.
  • A Aleteia é publicada em 8 idiomas: Português, Francês, Inglês, Árabe, Italiano, Espanhol, Polonês e Esloveno.
  • Todo mês, nossos leitores acessam mais de 50 milhões de páginas na Aleteia.
  • 4 milhões de pessoas seguem a Aleteia nas redes sociais.
  • A cada mês, nós publicamos 2.450 artigos e cerca de 40 vídeos.
  • Todo esse trabalho é realizado por 60 pessoas que trabalham em tempo integral, além de aproximadamente 400 outros colaboradores (articulistas, jornalistas, tradutores, fotógrafos…).

Como você pode imaginar, por trás desses números há um grande esforço. Precisamos do seu apoio para que possamos continuar oferecendo este serviço de evangelização a todos, independentemente de onde eles moram ou do quanto possam pagar.

Apoie Aleteia a partir de apenas $ 1 - leva apenas um minuto. Obrigado!

Tags:
CasamentoFilhoshomossexuais
Oração do dia
Festividade do dia





Top 10
TRIGEMELAS
Esteban Pittaro
A imagem de Nossa Senhora que acompanhou uma ...
Aleteia Brasil
O milagre que levou a casa da Virgem Maria de...
Philip Kosloski
3 poderosos sacramentais para ter na sua casa
OLD WOMAN, WRITING
Cerith Gardiner
A carta de uma irlandesa de 107 anos sobre co...
Aleteia Brasil
Quer dormir tranquilo? Reze esta oração da no...
Reportagem local
Corpo incorrupto de Santa Bernadette: o que o...
No colo de Maria
Como rezar o terço? Um guia ilustrado
Ver mais
Boletim
Receba Aleteia todo dia