Aleteia logoAleteia logo
Aleteia
Quinta-feira 29 Outubro |
São Colmano
home iconEstilo de vida
line break icon

Avanço mundial da agenda gay: o que podemos fazer sobre isso?

Dale O’Leary - publicado em 20/06/13

A cultura da vida deve lutar em todas as frentes, incluindo a lei, a cobertura de notícias e as organizações profissionais

Os ativistas continuam promovendo a inserção do conceito de gênero em todos os níveis, nos Estados Unidos, nas Nações Unidas e ao redor do mundo – e expandiram suas demandas para incluir direitos de transexuais. Ao mesmo tempo, alguns grupos se organizaram para alertar as pessoas sobre os perigos dessas teorias.

O exemplo mais claro do que aqueles que promovem teorias de gênero têm em mente pode ser encontrado nos Princípios de Yogyakarta sobre a Aplicação da Lei dos Direitos Humanos Internacionais em relação à Orientação Sexual e Identidade de Gênero. Os princípios têm a intenção de aplicar as normas do direito internacional dos direitos humanos para resolver o suposto abuso dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT).

Os 29 princípios – juntamente com recomendações aos governos, instituições intergovernamentais regionais, à sociedade civil e à própria ONU – foram desenvolvidos em uma reunião da Comissão Internacional de Juristas, o Serviço Internacional para os Direitos Humanos e especialistas em direitos humanos do mundo inteiro em novembro de 2006, em Yogyakarta, na Indonésia.

Estes princípios não foram adotados pelos Estados em um tratado, e não são, portanto, por si só uma parte legalmente vinculante do direito internacional dos direitos humanos. No entanto, os signatários buscam que os Princípios de Yogyakarta sejam adotados como um padrão universal, que todos os Estados devem obedecer. Alguns governos têm expressado reservas.

Os princípios definem a "orientação sexual" como a capacidade de cada pessoa de uma profunda atração emocional, afetiva e sexual por indivíduos de um sexo diferente, do mesmo sexo ou de mais de um gênero.

A "identidade de gênero" refere-se à experiência profunda que cada pessoa tem do gênero, que pode ou não corresponder ao sexo atribuído no nascimento, incluindo a percepção pessoal do corpo (que pode envolver, se livremente escolhida, a modificação da aparência corporal ou de suas funções por médicos, cirurgias ou outros meios) e outras expressões de gênero: a forma de se vestir, a fala e os maneirismos.

Os Princípios de Yogyakarta apelam aos governos para "garantir que qualquer tratamento médico, psicológico ou aconselhamento não trate, explícita ou implicitamente, a orientação sexual e identidade de gênero como condições médicas a serem tratadas, curadas ou suprimidas" – isso apesar das evidências em massa de que o transtorno de identidade de gênero e a atração pelo mesmo sexo estão associados a uma série de outros distúrbios psicológicos, com problemas de abuso de drogas, suicídio, ideação e depressão, e que podem ser tratados.

O assim chamado "direito" negaria às pessoas com orientações naturalmente desordenadas o direito real de buscar ajuda, enquanto criminalizaria a terapia que muitos buscam. Por quê? Porque se uma pessoa muda, isso evidencia a mentira de que a mudança é impossível.

Um parágrafo dos Princípios afirma que os governos devem "garantir que o exercício da liberdade de opinião e expressão não viole os direitos e liberdades das pessoas de diversas orientações sexuais e identidades de gênero". Como – alguém poderia perguntar –a liberdade de opinião e expressão de uma pessoa poderia violar os direitos e as liberdades de outra pessoa?

Parece que "pessoas com diferentes orientações sexuais e identidades de gênero" reivindicam o direito de não ter seus sentimentos feridos e o direito de que nunca se diga que a atração pelo mesmo sexo (SSA) e o transtorno de identidade de gênero (GID) são objetivamente desordenadas e, portanto, quaisquer comentários negativos sobre SSA ou GID seriam violações de seus

  • 1
  • 2
  • 3
Apoiar a Aleteia

Se você está lendo este artigo, é exatamente graças a sua generosidade e a de muitas outras pessoas como você, que tornam possível o projeto de evangelização da Aleteia. Aqui estão alguns números:

  • 20 milhões de usuários no mundo leem a Aleteia.org todos os meses.
  • A Aleteia é publicada em 8 idiomas: Português, Francês, Inglês, Árabe, Italiano, Espanhol, Polonês e Esloveno.
  • Todo mês, nossos leitores acessam mais de 50 milhões de páginas na Aleteia.
  • 4 milhões de pessoas seguem a Aleteia nas redes sociais.
  • A cada mês, nós publicamos 2.450 artigos e cerca de 40 vídeos.
  • Todo esse trabalho é realizado por 60 pessoas que trabalham em tempo integral, além de aproximadamente 400 outros colaboradores (articulistas, jornalistas, tradutores, fotógrafos…).

Como você pode imaginar, por trás desses números há um grande esforço. Precisamos do seu apoio para que possamos continuar oferecendo este serviço de evangelização a todos, independentemente de onde eles moram ou do quanto possam pagar.

Apoie Aleteia a partir de apenas $ 1 - leva apenas um minuto. Obrigado!

Tags:
generohomossexuaisPolítica
Oração do dia
Festividade do dia





Top 10
TRIGEMELAS
Esteban Pittaro
A imagem de Nossa Senhora que acompanhou uma ...
Aleteia Brasil
O milagre que levou a casa da Virgem Maria de...
Philip Kosloski
3 poderosos sacramentais para ter na sua casa
Reportagem local
Corpo incorrupto de Santa Bernadette: o que o...
Aleteia Brasil
Quer dormir tranquilo? Reze esta oração da no...
OLD WOMAN, WRITING
Cerith Gardiner
A carta de uma irlandesa de 107 anos sobre co...
No colo de Maria
Como rezar o terço? Um guia ilustrado
Ver mais
Boletim
Receba Aleteia todo dia