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Avanço mundial da agenda gay: o que podemos fazer sobre isso?

Dale O’Leary - publicado em 20/06/13


direitos e liberdades.

Enquanto os Princípios de Yogyakarta ainda não foram adicionados a um tratado formal, as nações individuais aceitaram partes deles. Sob a presidência de Barack Obama, o governo dos EUA colocou toda a força do poder americano na luta pelos direitos sexuais e reprodutivos e a igualdade de gênero, ameaçando cortar a ajuda externa a países que não alterem a sua definição de casamento ou não legalizem o aborto. Para aplicar esta agenda, o presidente Barack Obama assinou um memorando presidencial em 20 de janeiro de 2013, intitulado "Coordenação de Políticas e Programas de Promoção da Igualdade de Gênero e a autonomia das mulheres e meninas no mundo".

Em casa, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo Obama (HHS) criou regras para o novo mandato dos planos de saúde, que exigem que cada apólice de seguro de saúde cubra gastos com anticoncepcionais (incluindo a pílula do dia seguinte), sem pagamento do paciente. Católicos – clérigos e leigos – explicaram que isso violaria as suas consciências e que eles não poderiam cumprir, pagando pela contracepção.

O governo respondeu dizendo que as instituições católicas – como hospitais e escolas – não têm de pagar pelos anticoncepcionais diretamente, mas o plano de saúde deve cobri-los de graça. Os católicos salientam que isso não é aceitável. Além disso, muitas instituições católicas são o seu próprio plano de saúde. Pessoas de outras religiões reconhecem a ameaça à liberdade religiosa representada por esta situação, e apoiam os católicos sobre esta questão.

Aqueles que defendem a redefinição do casamento tornaram-se mais agressivos. Em 1987, Marshall Kirk e Hunter Madsen – dois homens gays – escreveram "After the Ball: How America will conquer its fear and Hatred of Gays in the 1900’s". A estratégia envolveu a retratação de pessoas classificadas como homofóbicas, intolerantes, extremistas. Embora tenha levado mais tempo do que Kirk e Madsen projetaram, sua estratégia está sendo implementada com uma vingança. A mídia transmitiu esta estratégia. De acordo com um repórter do Washington Post, "os direitos dos homossexuais são uma a questão de direitos civis da nossa época". Aqueles que defendem esse ponto de vista acreditam que os que se opõem à redefinição do casamento não têm mais direito de ter seus argumentos ouvidos em praça pública do que os violentos racistas.

Por outro lado, a internet permitiu que aqueles que defendem a verdade sobre a pessoa humana se organizem e mantenham contato em todo o mundo. Aqui estão algumas das muitas organizações que trabalham sobre estas questões:

O Instituto da Família Católica e dos Direitos Humanos (C-FAM), em Austin Ruse, tem feito um trabalho magistral de organização de lobby na ONU. Os países pobres da América Latina e da África estão ameaçados pelas nações que prestam ajuda externa se não eliminarem os pró-vida e pró-família, se não modificarem as leis de casamento e, se questionarem estes valores na ONU, o seu fundos serão cortados. Apenas os países muçulmanos se recusaram a ceder à pressão.

LifeSiteNews.com é um boletim publicado na internet todos os dias, do Canadá, e é a melhor fonte de tudo o que está acontecendo ao redor do mundo sobre estas questões. Eles são precisos sem ser desnecessariamente sensacionalistas. Esta informação deve estar disponível em todas as línguas e cobrir todas as nações.

Nos EUA, a Constituição e a Declaração dos Direitos dá aos cidadãos americanos a capacidade de lutar contra um governo que quer impor a agenda de gênero em todos os níveis da sociedade através de decreto do governo.
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Tags:
generohomossexuaisPolítica
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