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Papa aos voluntários: como se realizar na vida?

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Francisco encontra os voluntários da JMJ para um momento de agradecimento e afirma que uma vida realizada depende da resposta que se dá à vocação recebida

O Papa Francisco encontrou-se com os cerca de 15 mil voluntários da JMJ na tarde desse domingo, no Riocentro, para agradecê-los “de modo pessoal e afetuoso” pelo trabalho e dedicação. Francisco afirmou que quando um jovem responde à própria vocação, ele caminha “na direção da realização jubilosa de si”.

 

“Não podia regressar a Roma sem antes agradecer, de modo pessoal e afetuoso, a cada um de vocês pelo trabalho e dedicação com que acompanharam, ajudaram, serviram aos milhares de jovens peregrinos”, disse o Papa.

 

Segundo Francisco, cada voluntário “foi um instrumento para que milhares de jovens tivessem o ‘caminho preparado’ para encontrar Jesus. E esse é o serviço mais bonito que podemos realizar como discípulos missionários: preparar o caminho para que todos possam conhecer, encontrar e amar o Senhor”.

 

O Papa pediu que os jovens “sejam sempre generosos com Deus e com os demais. Não se perde nada; ao contrário, é grande a riqueza da vida que se recebe.”

 

Segundo Francisco, “Deus chama para escolhas definitivas, Ele tem um projeto para cada um: descobri-lo, responder à própria vocação significa caminhar na direção da realização jubilosa de si mesmo”.

 

“A todos Deus nos chama à santidade, a viver a sua vida, mas tem um caminho para cada um.”

 

“Alguns são chamados a se santificar constituindo uma família através do sacramento do Matrimônio.”

 

Outros o Senhor chama “ao sacerdócio, a se doar a Ele de modo mais total, para amar a todos com o coração do Bom Pastor”.

 

“Na cultura do provisório, do relativo, muitos pregam que o importante é ‘curtir’ o momento, que não vale a pena comprometer-se por toda a vida, fazer escolhas definitivas, ‘para sempre’, uma vez que não se sabe o que reserva o amanhã.”

 

“Em vista disso eu peço que vocês sejam revolucionários, que vão contra a corrente; sim, nisto peço que se rebelem: que se rebelem contra esta cultura do provisório que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar de verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de ‘ir contra a corrente’. Tenham a coragem de ser felizes!”

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