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Caminho de Santiago estaria mutilado sem a experiência de fé

© DR
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Rotas de peregrinação não podem ser reduzidas a uma mera questão turística ou ecológica

Santiago de Compostela celebrou recentemente as Jornadas Nacionais do Patrimônio Cultural da Igreja. Ali se enfatizou o valor do Caminho de Santiago “como um percurso de fé que deixa suas marcas em ermitas, igrejas, catedrais, hospitais, obras públicas”.

 

O evento destacou que o peregrino, no Caminho, não só aprende a origem e o fundamento de suas crenças cristãs, mas que as vive no mais profundo de seu coração, através da celebração dos mistérios e do exercício da caridade como imagem do autêntico Caminho da vida que não é outro mas o que nos leva à pátria eterna.

 

Contemplar o Caminho apenas como rota turística e ecológica seria mutilá-lo, deixando-o sem o autêntico sentido de experiência de fé através da arte e da obra da criação. Hoje o Caminho continua vivo, atual, é o caminho de fé que o homem de hoje percorre nestes momentos difíceis para a evangelização. Portanto, é um caminho para a Nova Evangelização.

 

Durante as Jornadas em Compostela, afirmou-se que o Caminho reforça em nosso interior a fé da Igreja peregrina no mundo: a arquitetura nos fala do templo verdadeiro, do cuidado com o próximo, da caridade como meio para ver Deus, as imagens nos tornam sensíveis ao invisível. Em cada uma das rotas, cultura e fé se inter-relacionam.

 

As diferentes ordens religiosas que acolhem os peregrinos e recebem a presença do sagrado são as que permitem a intensidade do Caminho: beneditinos, cistercienses, mendicantes, franciscanos e dominicanos; e as hospitalárias como a Ordem de São João ou a de Malta.

 

O Caminho de Santiago de Compostela são diferentes rotas percorridas por peregrinos em direção a Santiago de Compostela. Trata-se de rotas de peregrinação medievais, cujo objetivo final era venerar as relíquias do apóstolo Santiago Maior, cujo túmulo se encontra na catedral de Santiago de Compostela.

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