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O Papa Francisco fez visitas noturnas aos sem-teto de Roma?

© OSSERVATORE ROMANO / AFP
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Tudo indica que sim, segundo revelações do esmoleiro apostólico vaticano ao jornal "Il Messaggero"

"Quando contei para o Papa Francisco que eu estava indo visitar os sem-teto, ele me perguntou se poderia me acompanhar." Mas afinal, o Papa foi? "Faça-me outra pergunta", respondeu o esmoleiro vaticano, Konrad Krajewski.
 
Esta resposta, que sugere sem afirmar, foi divulgada esta semana pelos jornais italianos "Il Messagero" e "Il Sole". Mas não é de se estranhar que o Papa Francisco faça isso, pois ele estaria apenas continuando com seu costume de visitar anonimamente as prisões e bairros pobres de Buenos Aires.
 
"Um dia, o Papa me disse: 'Seus braços serão uma prolongação dos meus'. Quando ele me nomeou como esmoleiro, também comentou: 'A mesa do escritório não é para você, pode vendê-la. E não espere que as pessoas o chamem, vá você procurar os pobres'."
 
A existência da Esmolaria Apostólica remonta aos primeiros séculos da Igreja; no começo, ela fazia parte das responsabilidades diretas dos diáconos. Posteriormente, esta tarefa passou a ser realizada pelos próprios familiares dos papas, mas de forma não institucionalizada. Quem organizou a Esmolaria foi o Papa Gregório X, no século XIII.
 
"O Papa quer que eu tenha contato direto com os pobres, que os encontre em suas realidades existenciais, nos refeitórios, nas casas de acolhimento, nas residências, nos hospitais. Por exemplo, se algum deles pede ajuda para pagar uma conta, é importante que eu vá, se possível, até a sua casa para levar ajuda material, dando-lhe a entender que o Papa, por meio do esmoleiro, está perto dele."
 
"Se alguém pede ajuda porque se sente sozinho e abandonado, preciso correr até ele, abraçá-lo, para fazer-lhe sentir o carinho do Papa, ou seja, o carinho da Igreja de Cristo."
 
"O Papa gostaria de fazer tudo isso pessoalmente, como fazia em Buenos Aires, mas não é possível. É por isso que ele quer que eu o faça no lugar dele", comentou Dom Konrad, em uma entrevista concedida ao L'Osservatore Romano, pouco depois da sua nomeação, em 3 de agosto.
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