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Sudão do Sul: conflitos étnicos conduzem à guerra civil

SOUTH SUDAN : Indian peacekeepers patrolling on a road in Juba – pt

AFP PHOTO / UNMISS

SOUTH SUDAN, Juba : == RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT &quot;AFP PHOTO / UNMISS / / NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS ==<br /> A handout photo released by UNMISS on December 20, 2013 shows Indian peacekeepers patrolling on a road in Juba, on December 16, 2013. South Sudan&#039;s fugitive former vice president denied on December 18 accusations he led a coup bid against his archrival President Salva Kiir after days of fierce fighting that has killed hundreds of people and sent thousands fleeing to UN bases. Three Indian peacekeepers were killed on December 19, 2013 in an attack on a UN base in South Sudan, as fighting between rebels and government forces increased fears the world&#039;s youngest state was sliding towards civil war. AFP PHOTO / UNMISS

Aleteia Vaticano - publicado em 27/12/13

As Nações Unidas temem um agravamento da situação militar, que poderá provocar assassinatos étnicos generalizados

Milhares de pessoas já morreram em consequência dos atos de violência registrados no Sudão do Sul nos últimos dias.

Na terça-feira, o líder da missão humanitária das Nações Unidas neste país africano, Toby Lanzer, afirmou perante jornalistas não ter dúvidas de que o conflito já causou “milhares de mortos”, tendo sido descoberta, inclusivamente, uma vala comum na cidade de Bentiu, ocupada pelas forças rebeldes.

Os tumultos começaram quando o presidente, Salva Kiir, acusou o ex-vice-presidente, Riek Machar, de uma tentativa de golpe de Estado.

A explicar esta desavença entre os dois mais poderosos dirigentes do mais novo país do mundo poderá estar um conflito entre etnias diferentes, pois Kiir pertence à etnia Dinka, o maior grupo étnico do Sudão do Sul, enquanto Machar pertence à comunidade étnica Lou Nuer.

As Nações Unidas temem um agravamento da situação militar, que poderá provocar, no dizer da jornalista Hannah McNeish, que se encontra em Juba, a capital do Sudão do Sul, “assassinatos étnicos generalizados”.

Aproximadamente 45 mil civis já procuraram refúgios junto das bases locais das Nações Unidas.

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