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10 coisas que você precisa saber sobre a fertilização in vitro antes de optar por ela

Stefan Pasch
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É bom e normal desejar filhos. Mas... a qualquer custo?

 
As mulheres são tratadas como meios para “se obter” uma criança, e não como pessoas integrais. E a criança é tratada como “um produto” a ser conseguido. A indústria multibilionária da FIV combina os piores aspectos da tecnologia e da mentalidade consumista e tem como presa o desejo muito natural (e bom) de ter filhos. Ela também coisifica as mulheres que são exploradas para doar seus óvulos “saudáveis” ou atraídas para ser “barrigas solidárias”. E a criança “produzida” por FIV é coisificada desde a concepção como uma mercadoria intercambiável e até descartável, em vez de ser vista e amada como uma pessoa humana única.
 
Se a fertilização in vitro preocupa você, como preocupa a nós, quais são as suas opções?

Os casais que enfrentam a infertilidade têm alternativas melhores que a FIV. A NaProTechnology, por exemplo, considera a infertilidade a partir de uma perspectiva holística e se concentra em diagnosticar e tratar os problemas subjacentes de saúde da mulher (e do homem) que podem estar causando a infertilidade. Bônus: essa abordagem tem uma taxa de sucesso maior do que a fertilização in vitro.
E há, é claro, outras maneiras de se construir uma família, como a adoção, que não envolve o desrespeito imprudente ou intencional da vida humana.
 
Mas se você já esgotou os tratamentos médicos e acha que a adoção não é para você? E se a fertilização in vitro é a sua última esperança de conceber e ter um filho?

Pode ser difícil de aceitar que isso não vá acontecer… Mas, se você escolher mesmo assim tentar um filho através da fertilização in vitro, é necessário se perguntar a que custo.

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