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Convivi com um Santo

© OSSERVATORE ROMANO / CPP
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"Ele mostrou na sua vida que é possível se tornar santo seguindo o Senhor, seguindo o Evangelho" disse em entrevista Cardeal Stanislao Dziwisz

Cardeal Stanislao Dziwisz, arcebispo de Cracóvia foi secretário de João Paulo II durante todo o seu pontificado. Ele era um jovem sacerdote polaco, quando foi ordenado por Karol Wojtyla em 16 de outubro de 1978 e seguiu cada passo do futuro Santo em Roma e no mundo.

O cardial Dzivicz “viveu com um santo”, como ele mesmo diz. Já no seminário, quando Padre Wojtyla era o seu docente de teologia moral, teve a impressão de que era um santo, e se convenceu disso depois no cotidiano do pontificado.

João Paulo II amava profundamente os jovens e era um grande comunicador. Qual é a mensagem para os jovens que, segundo o senhor, foi a mais dita durante o pontificado?

“Não tenhais medo”, não apenas de abrir as portas ao Senhor – ele primeiramente abriu o coração ao Senhor – mas não ter medo de se tornar santo, ter a coragem de se tornar santo como ele disse na Jornada Mundial da Juventude em agosto de 2000, em Roma. Por isso andes da canonização, hoje, devemos recordar estas palavras. Ele mostrou com sua vida que é possível se tornar santo seguindo o Senhor, seguindo o Evangelho. 

Em uma palavra, em uma lembrança, qual é o aspecto da santidade de João Paulo II que o senhor viu com mais emoção e de forma particular?

A oração. Era um homem de oração. 

O que era rezar para João Paulo II?

Para ele rezar é abrir-se ao Senhor, é escutar o Senhor. Por isso ele lia sempre, todos os dias, a Sagrada Escritura e rezava com ela. Ele dizia que quando se reza, se vê o mundo de outra maneira, se julga de outra forma, se olha as pessoas diferentemente, e também ajuda a amar, amar de maneira limpa, amar como o Senhor quer. 

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