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Papa Wojtyla, um apaixonado por sorvete

JEFFREY BRUNO /ALETEIA
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"Quando soube que nosso sorvete era o preferido do Papa Wojtyla me senti cheio de satisfação”, disse Nazzareno Giolitti

Giolitti se tornou um nome famoso no ramo gastronômico quando falamos de sorvete.

A família Giolitti, em 1870, abriu sua primeira sorveteria em Roma. O sorvete sempre foi muito particular, pois o produto sempre teve produção mais caseira, sendo assim, tudo é muito fresco: leite, manteiga e creme de leite. 

Um senhor que tinha um bar em frente à farmácia Vaticana, um dia trabalhando no caixa, viu entrar o Papa João Paulo II, simplesmente porque queria ir tomar um café. O dono do bar ofereceu a João Paulo II o sorvete da família Giolitti, pois tinha descoberto que ele gostava muito de sorvete. Pouco tempo depois uma pessoa do Vaticano foi até a gelateria para encomendar um pouco de sorvete.

Chegaram a João Paulo II vários sabores, mas aquele que ele gostava mais era o marrom glacê. O Vaticano começou então a encomendar com uma certa frequência o soverte e levar ao Papa. Mesmo quando estava em Castel Gandolfo, a cada dois ou três dias, chegava o sorvete para Wojtyla 

“Pessoalmente não encontrei João Paulo II, mas se criou esse feeling entre nós, por causa do marrom glacê. Quando soube que nosso sorvete era o preferido de Papa Wojtyla me senti cheio de satisfação, mesmo sem nunca ter tido contato com ele”, disse Nazzareno Giolitti, proprietário da sorveteria.


 

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