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Tragédia em mina da Turquia deixou 232 mortos

Homem beija o filho resgatado na mina de carvão de Manisa, após explosão, em 13 de maio de 2014

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A catástrofe industrial, uma das mais graves da história da Turquia, provocou uma forte reação nas redes sociais, sobretudo contra o governo

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou nesta quarta-feira que o balanço do acidente em uma mina do oeste do país nesta terça-feira subiu para 232 mortos.

Erdogan fez o anúncio aos jornalistas em Soma, cidade da catástrofe, segundo o canal de notícias CNN-Türk.

No total, 787 trabalhadores estavam na mina no momento da explosão, às 12H30 GMT (9H30 de Brasília) de terça-feira. Ao que parece, o acidente foi provocado por uma falha elétrica em um transformador.

As explosões nas minas de carvão são comuns na Turquia, principalmente no setor privado, no qual geralmente as regras de segurança não são respeitadas.

Na cidade de Ancara, a polícia usou gás lacrimogêneo contra centenas de estudantes que protestavam contra o governo islamita conservador, que consideram responsáveis pela tragédia na região oeste do país.

Um grupo de entre 700 e 800 manifestantes pretendiam caminhar de um campus universitário de Ancara até a sede do ministério da Energia, que fica no mesmo distrito, com vaias ao governo de Erdogan.

Os manifestantes responderam com pedras contra a polícia, que também usou jatos de água.

A catástrofe industrial, uma das mais graves da história da Turquia, provocou uma forte reação nas redes sociais, sobretudo contra o governo, acusado de negligência e de indiferença em relação aos trabalhadores mais pobres.

No ano passado, milhões de pessoas protestaram nas ruas contra o "autoritarismo" e a "guinada islamita" do governo.

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