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15 dicas para ter um casamento feliz

© LyndaSanchez
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Ainda quando a espiritualidade é diferente ou quando cada um é de uma religião, os casais podem encontrar maneiras de viver juntos a relação com Deus

Ao casar-se, a pessoa escolhe aquele(a) com quem quer passar o resto da sua vida. Juntos, querem crescer como pessoas e como casal.
 
Para os casais cristãos, sobretudo para aqueles que escolheram fazer da sua relação um sacramento, ou seja, que estiveram no altar e prometeram amar-se mutuamente como Cristo ama, a vida terá um significado muito especial. “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne” (Gênesis 2, 24; Efésios 5, 31).
 
Pois bem, para que a riqueza e a graça do sacramento do matrimônio deem seus frutos, é essencial que o casal descubra, cada dia, qual é o plano de Deus para os esposos.
 
Para isso, é preciso manter-se perto de Deus e dos meios que levam a Ele e à sua graça. Esta é uma tarefa individual e do casal.
 
Por um lado, cada um necessita buscar Deus de acordo com sua espiritualidade (entendemos por “espiritualidade” a maneira com a qual vivemos nossa relação com Deus e com os outros e como a vivemos nas situações diárias da vida).
 
Ainda quando a espiritualidade dos dois é diferente e inclusive quando pertencem a religiões diversas, os casais podem encontrar formas de viver sua relação com Deus juntos, e descobrir como o Senhor quer que vivam seu casamento e transmitam sua fé e sua espiritualidade aos filhos.
 
Para que se entenda melhor do que se trata, permitam-me contar-lhes uma história. Um casal muito querido por mim me contou que, quando o Natal estava chegando, os dois decidiram combinar como comemorariam a data e como transmitiriam sua fé ao seu filho.
 
Então, um contou ao outro quais eram as tradições com as quais havia crescido em sua casa e o que estas significavam para a sua vida. Quando tocaram no ponto sobre como abordariam para o nascimento de Jesus e como abririam seus presentes, decidiram embrulhar uma imagem do menino Jesus e colocá-la em uma caixa de presente, colocando-a embaixo da árvore de Natal.
 
Quando chegassem das festas familiares à intimidade do seu lar, o menino encontraria a caixa embaixo da árvore e, ao abri-la, acharia um Menino Jesus. Isso daria aos pais a oportunidade de falar do verdadeiro significado do Natal, de ninar o Menino Jesus e cantar cânticos natalinos; e, para comemorar, dariam ao seu filho um presente de Natal.
 
Cada casal vai escolhendo como viver sua espiritualidade, mas, para isso, os esposos precisam criar antes uma vida íntima na qual possam compartilhar seus pensamentos, sonhos, histórias, e decidir como viverão sua vida matrimonial e de família.
 
Por isso, como parte do seu compromisso espiritual, precisam evitar tudo aquilo que possa afastá-los do verdadeiro sentido do amor.
 
As estatísticas atuais nos mostram um panorama muito triste. Por um lado, os altos índices de divórcio causados pela pornografia e pela infidelidade conjugal; e, por outro, a falta de desenvolvimento do amor conjugal, devido ao egoísmo e inclusive ao materialismo.
 
Por isso, é importante que, desde o começo, os esposos se entreguem livre e mutuamente um ao outro, e busquem tudo aquilo que os uma e os faça crescer.
 
Permitam-me sugerir algumas práticas que podem ser de utilidade:
 
1. Orem um pelo outro. Confiem a Deus as necessidades do seu cônjuge.
 
2. Peçam a Deus a graça de amar seu cônjuge como Deus o ama.
 
3. Orem juntos pelas necessidades da sua família e do mundo que os cerca.
 
4. Busquem oportunidades de ajudar os outros, como casal e como família.
 
5. Cuidem dos sentidos, evitando o uso de programas ou imagens que prejudiquem sua espiritualidade e sua vida conjugal.
 
6. Evitem a pornografia e aqueles programas que danificam sua imagem do

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Tags:
Casamento