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O que os muçulmanos pensam dos extremistas

Bangladesh : principal parti islamiste, rayé des listes électorales – pt

© STRDEL / AFP

<div class="itemNarrow"> <p> 13418</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Acc&egrave;s</h3> <p> Restreint</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Original Filename</h3> <p> Bus_000_Del6235702.j<br /> pg</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Country</h3> <p> BANGLADESH</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Creation Date</h3> <p> 01 ao&ucirc;t 13</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Credits</h3> <p> &copy; STRDEL / AFP</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Iconographer</h3> <p> Hugues</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Agency file number</h3> <p> Del6235702</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Agency contact</h3> <p> AFP</p> </div> <div class="itemNarrow"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Photo research date</h3> <p> 06 ao&ucirc;t 13</p> </div> <div class="clearerleft"> &nbsp;</div> <div class="item"> <h3 style="padding:0;margin:0;vertical-align:top;font-size:1em;font-weight:normal;"> Abstract/Legend</h3> <p> &nbsp;</p> <p> A bus, allegedly set on fire by demonstrating Bangladesh Jamaat-e-Islami activists following a verdict banning the party from contesting next year&#039;s elections, burns in Bogra, some 120kms north of Dhaka, on August 1, 2013. Bangladesh&#039;s main Islamist party was banned from contesting next year&#039;s election when the high court ruled that Jamaat-e-Islami&#039;s charter breached the country&#039;s secular constitution. AFP PHOTO/STR</p> </div> <br />

Carlos Zapata - Aleteia Vaticano - publicado em 07/07/14

O temor ao fundamentalismo aumentou em 14 países

Acaba de ser publicada uma pesquisa sobre a percepção do fundamentalismo islâmico que se tem nos diferentes países. A pesquisa foi realizada pela Pew Research Center, centro de estudos norte-americano, entre 10 de abril e 25 de maio, com 14.200 pessoas de 14 países. 

O temor pela instalação do fundamentalismo islâmico parece ser muito difuso mesmo dentro dos países muçulmanos. Os dados revelam que o medo dos fundamentalistas não caracteriza somente os países ocidentais ou cristãos.

Libaneses, tunisianos, egípcios, jordanianos e turcos, populações de maioria muçulmana, mostram uma preocupação maior, em relação ao ano anterior, quando foi realiada uma pesquisa similar. No Líbano, país que tem divisa com a Síria, 92% dos entrevistados disseram que estão preocupados com o extremismo islâmico. O dado é 11% superior ao do ano passado e é igual entre os sunitas, xiitas e cristãos. Também na Tunísia e no Egito a preocupação está expressa, respectivamente, em cerca de 80% e 75% dos entrevistados. Na Ásia, Bangladesh, Paquistão e Malásia atestam entre 69% e 63%.

Em outros países de maioria muçulmana, compartilha-se o mesmo medo, seja com percentuais mais moderados, mas sempre muito significativos. Na Turquia, são 50% aqueles que se dizem preocupados e na Indonésia, 39%.

O problema está presente também na África. Nos países africanos, o Boko Haram, organização fundamentalista extremamente agressiva que há alguns meses raptou mulheres jovens na Nigéria, gera características gerais de grande preocupação pelo futuro.

A opinião pública em relação aos extremistas é altamente negativa entre cristãos e muçulmanos. Essa visão é compartilhada em relação ao Hamas e Hezbollah, no Líbano, ao Boko Haram, na Nigéria, e até mesmo em relação do Talibã e à Al Qaeda, no Paquistão.

Na Jordânia, 62% se dizem preocupados com o extremismo – um aumento de 13 pontos percentuais em relação a 2012 – preocupação comum entre os turcos, com um crescimento de 18% em relação à pesquisa precedente.

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