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Fui abortada e não morri

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Corrado Paolucci - publicado em 23/07/14
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Gianna Jensen, um milagre vivo: “Sei que vou falar sobre algo desconfortável, mas eu não sobrevivi para fazer vocês se sentirem confortáveis”

Quaresma 2026

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“Eu me chamo Gianna Jessen. Gostaria de agradecer pela possibilidade de poder falar hoje. Não é pouca coisa dizer a verdade e depende unicamente da graça de Deus poder fazê-lo. Tenho 23 anos, fui abortada e não morri”.

Começa assim o testemunho de Gianna, nascida na trigésima semana de gravidez, depois de uma tentativa falha de aborto. O feto sobreviveu mesmo com a injeção de uma solução salina no útero e foi expulso, ainda vivo, apesar das 18 horas de exposição à solução. A asfixia causada pela solução salina causou uma paralisia cerebral e muscular na criança. Adotada aos 3 anos, superou as dificuldades motoras causadas pela paralisia e conseguiu caminhar sem ajuda, mas com muita dificuldade. 

Menina do Senhor

Gianna fala de si mesma como a menina de Deus, e diz: “na minha face está escrito ‘me trate bem porque meu Pai é o dono do mundo’”. Porque o amor daquele Pai, ela sente de maneira tão forte dentro de si, que pode ousar dizer: “Sei que falo de coisas desconfortáveis, levando Jesus Cristo em certos ambientes, mas não sobrevivi para fazer com que se sintam cômodos”. 

Gianna Jessen é evangélica e consegue falar com uma linguagem não toda “religiosa”, mesmo falando do Reino dos Céus, é capaz de aquecer o coração dos católicos, cristãos em geral e de qualquer um que busque sinceramente Deus na sua vida.
 

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