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Identificação de vítimas de acidente da Air Algerie pode levar anos

O diretor da polícia judiciária, Abdelkader Kara Bouhadba, declarou que é cedo para falar de identificação.

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Nenhum dos 118 passageiros sobreviveu

A identificação de todas as vítimas do avião da Air Algerie que caiu há uma semana no norte do Mali poderá levar vários anos, afirmou nesta quinta-feira em Argel o diretor da polícia judiciária.

"É cedo para falar de identificação, é uma operação que pode levar semanas, meses e até anos. O importante é chegar à verdade", declarou Abdelkader Kara Bouhadba, que considera a identificação "uma prioridade humana".

Treze especialistas argelinos viajaram para o local do acidente na região de Gossi, a cerca de 150 km de Gao (norte do Mali), com colegas franceses, malineses e espanhóis.

Nenhum dos 118 passageiros, incluindo 54 franceses, 23 burquinenses, oito libaneses, seis argelinos e seis espanhóis, sobreviveram. O avião, um McDonnell Douglas MD-83 alugado da empresa espanhola SwiftAir, fazia o trajeto Uagadugu-Argel e caiu menos de uma hora após sua decolagem.

"Várias amostras colhidas no local não puderam ser analisadas, dada a magnitude do acidente e as condições desfavoráveis de trabalho e de conservação dos corpos", acrescentou o diretor da polícia judiciária.

Os especialistas são forçados a recorrer a testes de DNA para identificar os corpos.

Segundo o coronel Patrick Touron, vice-diretor do Instituto de Pesquisa Criminal da Gendarmaria francesa, os especialistas não viram "nenhum corpo íntegro", mas "corpos profundamente fragmentados e sem possibilidade de identificação por métodos convencionais".

O presidente francês, François Hollande, declarou no sábado que "assim que possível, todos os corpos serão trazidos de volta para a França".

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