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6 maneiras de proteger os seus filhos da pornografia

Thomas Hawk

Matt Fradd - publicado em 05/08/14

Filtros de internet não são suficientes para manter os seus filhos em segurança: saiba o que mais você pode fazer

Em toda a história das telecomunicações, jamais houve tanto material indecente e obsceno tão facilmente acessível a tantos menores em tantos lares com tão poucas restrições.

A pornografia toma conta, atualmente, de nada menos que 12% da internet, com mais de 25 milhões de sites que arrecadam mais de 5 bilhões de dólares por ano. A pornografia é hoje considerada quase uma prática comum. Ela começa a ser consumida aos 11 anos de idade, em média, e tem passado a formar as ideias que os adolescentes e os jovens adultos desenvolvem sobre a intimidade sexual.

E antes que você me diga que o seu filho não anda vendo pornografia, leve em consideração o seguinte: o conteúdo pornográfico não é produzido por pervertidos que vivem em becos escuros e afastados, vendendo fotos de gente nua para homens velhos e imundos que se embrenham por essas regiões decadentes das cidades. A pornografia é produzida por empresas que lucram milhões e milhões de dólares e que têm total interesse em capturar através da internet a atenção das crianças. Das suas crianças.

Duas semanas atrás, um homem de destaque na Igreja entrou em contato comigo. O filho adolescente dele tinha lhe confessado que, ao longo do ano anterior, havia procurado pornografia regularmente na internet. Esse homem comentou comigo: "Eu digo o tempo todo para os pais que é muito necessário eles protegerem seus filhos, monitorarem, usarem software de filtragem de conteúdos. Mas eu nunca fiz isso!".

Eu ouço afirmações desse tipo com bastante frequência.

Por isso, quero sugerir seis coisas que você tem que começar a fazer para proteger os seus filhos da pornografia:

1. Conscientize em primeiro lugar a si mesmo

Informe-se e entenda com clareza os perigos da pornografia. Há estatísticas alarmantes sobre a quantidade de material pornográfico ao alcance de qualquer criança que tem acesso à internet. Há bons estudos sobre as consequências tremendamente negativas da pornografia para a saúde afetiva, sexual, psicológica e até física de quem se deixa viciar por ela. Se não estiver plenamente convencido de que a pornografia é devastadoramente prejudicial para qualquer pessoa, e muito mais ainda para as crianças, você não poderá se motivar a proteger a sua família contra ela.

2. Converse com os seus filhos sobre a pornografia

Martin Daubney, ex-profissional da indústria pornográfica, escreveu o seguinte depois de pesquisar como a pornografia afeta a mente e a vida das crianças:

"Assim como muitos pais, eu temo que a infância do meu filho seja roubada pela pornografia. Nós temos que contra-atacar. Por mais desagradável que seja, nós somos a primeira geração que vai ter que conversar a sério com os seus filhos sobre a pornografia. Nós temos que dizer aos nossos filhos que o sexo pornográfico é falso e que o sexo real envolve amor, não luxúria. Se falarmos com eles, eles ainda terão uma chance. Mas se desviarmos o olhar sem encarar o problema, estaremos enganando apenas a nós mesmos".

3. Use meios de proteção adequados

Você pode e deve usar a tecnologia a seu favor para bloquear o acesso dos seus filhos a imagens e vídeos pornográficos. Há sites que uma criança (ou qualquer outra pessoa) não tem por que visitar. E existem formas tecnológicas de evitar que as crianças encontrem esses sites por acidente (ou de propósito).

Quando converso com os pais sobre a natureza destrutiva da pornografia, eu nunca pergunto se eles usam filtros de internet e programas de monitoramento em seus computadores, telefones e tablets. Eu pergunto qual é o filtro de internet e qual é o software de monitoramento que eles usam. Em outras palavras: se você quer proteger os seus filhos da pornografia, usar filtros e programas de monitoramento não é uma opção. É uma obrigação.

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