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Ucranianos inspecionam comboio de ajuda humanitária da Rússia

Caminhões do comboio de ajuda humanitária da Rússia, estacionados em um campo nos arredores da cidade russa de Kamensk-Shajtinski, a 30 km da fronteira com a Ucrânia, em 15 de agosto

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A viagem do comboio foi problemática desde o início, na terça-feira em uma base militar da região de Moscou

Guardas ucranianos iniciaram nesta sexta-feira a inspeção do polêmico comboio humanitário russo, destinado às pessoas afetadas pelos combates no leste separatista do país, na fronteira de Donetsk, onde a Rússia multiplica as manobras militares.

"A inspeção começou às 10H00 (4H00 de Brasília) na fronteira de Donetsk (Rússia). Do lado ucraniano participam 59 representantes, 41 guardas de fronteira e 18 funcionários da Alfândega. A carga seguirá depois para Lugansk", reduto separatista pró-Rússia no leste da Ucrânia, informou à AFP o porta-voz militar ucraniano, Léonid Matiujin.

Correspondentes da AFP na localidade de Kamensk-Shakhtinski, onde o comboio de quase 300 caminhões está desde quinta-feira, a 30 quilômetros do posto de fronteira de Donetsk, observaram no entanto que os veículos permaneciam no local.

Acompanhados por representantes do ministério russo das Situações de Emergências, jornalistas foram autorizados a entrar em mais de 10 caminhões e constataram que transportavam sacos de farinha, açúcar e garrafas de água.

A viagem do comboio foi problemática desde o início, na terça-feira em uma base militar da região de Moscou. A Ucrânia e as potências ocidentais temem que sirva de desculpa para uma intervenção militar russa, temor que o governo da Rússia chamou de "absurdo".

Kiev aceitou finalmente a passagem do comboio, que transporta, segundo Moscou, mais de 1.800 toneladas de alimentos e medicamentos para áreas separatistas do leste da Ucrânia que o governo não controla.

O ministério das Relações Exteriores ucraniano destacou que a Rússia será a única responsável pela segurança do comboio.

"A Rússia assume toda a responsabilidade de que os terroristas que controlam alguns distritos da região de Lugansk não entrem para provocar os funcionários da Cruz Vermelha, responsável pela distribuição de ajuda" afirma uma nota.

Jornalistas observaram na manhã desta sexta-feira uma coluna de mais de 10 blindados com tropas russas em uma estrada que leva ao posto de fronteira de Donetsk.

De acordo com os jornais The Guardian e The Telegraph, 23 veículos blindados de transporte de tropas, caminhões de transporte de combustível e outros veículos logísticos com placa militar russa cruzaram a fronteira no mesmo local na quinta-feira à noite.

O exército ucraniano retomou na quinta-feira o controle de uma estrada entre Lugansk e a fronteira russa, que fica no itinerário do comboio humanitário.

Mas o avanço do exército deixa muitas vítimas civis.

Onze civis morreram nas últimas 24 horas em Donetsk, reduto dos separatistas pró-Rússia e cenário de intensos combates, até mesmo no centro da cidade, anunciou a prefeitura.

Nos bairros de Petrovski (zona oeste) e Leninski (centro), a noite foi marcada por intensos tiroteios.

Na quinta-feira, os combates chegaram ao coração de Donetsk, reduto separatista que tinha um milhão de habitantes antes do conflito.

Vários edifícios, incluindo a sede do Ministério Público, ocupado pelos insurgentes, e uma universidade, foram atingidos nos ataques de quinta-feira.

Um porta-voz militar ucraniano anunciou a retomada de três localidades da região leste do país: Oleksandrivske e Bulanivske, 47 km ao nordeste de Donetsk, e Tchornukhin, 65 km ao noroeste de Lugansk.

O governo dos Estados Unidos pediu moderação na quinta-feira ao governo e aos separatistas da Ucrânia.

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