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EUA condena atentados ‘terroristas desalmados’ no Iraque e na Líbia

Voluntários xiitas da Universidade de Basra, no Iraque, que se juntaram às forças do governo no combate aos jihadistas do Estado Islâmico, participam de uma cerimônia em 23 de agosto de 2014.

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A diplomacia americana mencionou ainda o ataque suicida desta segunda contra uma mesquita xiita no leste de Bagdá

O governo dos Estados Unidos condenou nesta segunda-feira a última onda de atentados no Iraque cometida por "terroristas desalmados", pedindo ao país que se una contra os jihadistas ultrarradicais, além de criticar os atos de violência na Líbia.

A porta-voz do Departamento de Estado americano Jennifer Psaki disse que esses ataques no Iraque "buscam semear o terror e a discórdia" entre sunitas e xiitas e revelam "a depravação total que esses terroristas representam".

Depois de denunciar na sexta-feira, 22 de agosto, um ataque "atroz" contra uma mesquita sunita (com 70 mortos), o Departamento de Estado agora protesta contra "um ataque criminoso contra os seguidores de uma mesquita xiita".

A diplomacia americana mencionou ainda o ataque suicida desta segunda contra uma mesquita xiita no leste de Bagdá, que deixou 11 mortos.

Além disso, outras oito pessoas morreram em mais dois atentados com carro-bomba no norte da capital iraquiana.

Psaki repetiu o pedido feito há duas semanas aos líderes iraquianos de todas as religiões que "cerrem fileiras contra o Estado Islâmico" (EI), o grupo de jihadistas ultrarradicais que já controla parte do país.

"Continuaremos apoiando os esforços do Iraque para isolar e vencer o EI", prometeu Psaki.

Além dessa ameaça jihadista, Bagdá também precisa apaziguar as tensões sectárias alimentadas pelo ataque da última sexta contra a mesquita sunita, o que levou a confrontos entre sunitas e xiitas.

Estados Unidos e seus aliados europeus "condenaram energicamente" a "escalada de combates e de violência" registrada segunda-feira na Líbia e pediram a continuação de uma "transição democrática" no país.

Em um comunicado firmado pelos governos de Washington, Paris, Londres, Berlim e Roma, denunciam-se também "as interferências externas na Líbia que exacerbam as divisões" do país, enquanto Egito e Emirados Árabes Unidos foram acusados de lançar ataques aéreos contra islamitas em batalhas pelo controle do aeroporto de Trípoli, fechado desde 13 de julho.

A situação no país, mergulhado na violência e no caos desde a queda do ditador Muammar Khadafi em 2011, pode se complicar ainda mais, já que a Líbia pode contar com dois governos e dois Parlamentos paralelos.

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