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Rei da Jordânia alerta para guerra entre moderados e extremistas

<p>O rei Abdullah II da Jordânia é visto em 6 de maio de 2014, em Amã</p>

AFP - publicado em 22/10/14

O rei Abdullah II da Jordânia considerou que o Islã está atualmente à beira de "uma guerra civil entre extremistas e moderados", durante uma reunião no Parlamento jordaniano.

"Todos os países do mundo são cenário de uma guerra entre a moderação e o extremismo, e o Islã, hoje, está à beira de uma guerra civil. Infelizmente, nós, árabes e muçulmanos, não tínhamos compreendido sua gravidade até agora", declarou o soberano.

No entanto, segundo ele, o extremismo não diz respeito apenas ao Islã. "Há o extremismo muçulmano, mas à sua frente há o extremismo sionista", de acordo com palavras citadas em um comunicado divulgado nesta terça-feira pelo palácio real.

"E se os países da região e de todo o mundo procuram combater este fenômeno (…) é necessário reconhecer a existência do extremismo em todos os lugares", ressaltou o rei da Jordânia, país ligado a Israel por um tratado de paz desde 1994.

Ele também considerou importante entender que "o problema é um problema entre a moderação e o extremismo", considerando necessário "assumir uma posição clara e sem ambiguidade entre a moderação e o extremismo".

A Jordânia faz parte da coalizão mobilizada por Washington contra os jihadistas no Iraque e na Síria e participa dos ataques aéreos contra posições do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

De acordo com o rei da Jordânia, "a guerra contra o terrorismo não vai durar um ou dois anos, é uma longa guerra de vários anos. Mesmo que a guerra militar possa ser curta, a guerra em termos de segurança e ideologia levará tempo, talvez dez ou 15 anos".

"A participação da Jordânia ao lado de Estados irmãos e amigos na guerra contra o terrorismo é travada no âmbito da defesa dos seus interesses e da consolidação da sua segurança em meio ao caos em países vizinhos e em toda a região".

Abdullah ressaltou que a Jordânia, "por sua posição geográfica, protege não apenas os muçulmanos, mas também os cristãos, pois o que eles têm sofrido na Síria e no Iraque é uma catástrofe".

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