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Obama saúda avanços no combate ao Ebola, mas pede vigilância

<p>O presidente americano, Barack Obama, cumprimenta militares no aeroporto General Mitchell, em Milwaukee, Wisconsin, em 28 de outubro de 2014</p>

AFP - publicado em 29/10/14

O presidente americano, Barack Obama, saudou nesta terça-feira os avanços registrados no oeste da África na luta contra o Ebola, mas pediu que se mantenha a vigilância e se busque orientação na ciência e não no medo.

"A boa notícia é que (os esforços mobilizados) começam a ter impacto", disse Obama, referindo-se aos avanços conquistados na Libéria, após uma conferência por telefone com membros da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês), enviados à África Ocidental.

"Esta doença pode ser controlada, será derrotada", afirmou Obama, nos jardins da Casa Branca. "Mas devemos permanecer vigilantes e trabalhar em equipe", completou, acrescentando que os Estados Unidos continuarão desempenhando um importante papel na resposta internacional ao vírus.

Pelo menos 600 soldados americanos estão mobilizados atualmente na Libéria, e outros 100, no Senegal. O Pentágono destacou que esse número pode chegar a 4.000, dependendo da evolução da situação no terreno.

Obama insistiu na necessidade de não desestimular o pessoal sanitário para ir a campo e ressaltou que os Estados Unidos têm os meios para responder, se surgir um caso isolado de Ebola em solo americano.

O presidente lembrou, ainda, que apenas duas pessoas se contaminaram no território (duas enfermeiras de Dallas, Texas), e que as duas tinham se curado do vírus.

A segunda enfermeira que se curou do Ebola recebeu alta na tarde desta terça-feira e deixou o hospital de Atlanta (Geórgia, sudeste), onde estava internada. Ela se contaminou ao cuidar de um liberiano em um hospital em Dallas.

A epidemia de Ebola matou quase 5.000 pessoas, a maioria no oeste da África, e registrou mais de 10.000 casos. O vírus se manifesta com febre, vômitos, diarreia e dores musculares e articulares, e é transmitido por contato direto com os fluidos corporais de alguém que já esteja com os sintomas.

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