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Os 10 erros mais comuns na educação dos filhos

© suravid/SHUTTERSTOCK
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O segredo consiste em saber lidar com a autoridade e com a liberdade

Você já se perguntou alguma vez por que costumam dizer que “educar é uma arte”? Pois bem, a tarefa educativa dos pais é delicada e maravilhosa como a arte, e isso envolve um processo de aprendizagem sujeito a erros. Apesar de querer o melhor para seus filhos, nem sempre os pais os beneficiam com certas atitudes.
 
Sabemos que ninguém nasce sabendo, nem sequer os pais, e serão muitas as tentativas falidas para fazer dos filhos pessoas corajosas; no entanto, esses tropeços são oportunidades para interromper um comportamento inapropriado e mudar o rumo.
 
A intenção aqui não é criticar a tão admirável tarefa de educar os filhos, mas abrir espaços de reflexão e avaliar ações que podem ser corrigidas a tempo. A seguir, apresentamos os erros mais frequentes dos pais na formação dos seus filhos:
 
1. Uso inadequado da autoridade: isso acontece quando a autoridade é concebida apenas em seus extremos: autoritarismo ou permissividade. Não há meio-termo. Mas um extremo é tão prejudicial quanto o outro e o ambiente educativo em ambos não ajuda em nada na formação da pessoa: o autoritarismo mostra a posição rigorosa dos pais, que dá como resposta filhos temerosos e solapados; e a permissividade mostra excesso de liberdade, o que acaba se transformando no efeito contrário, ou seja, pessoas cheias de ataduras.
 
2. Incongruência entre o falar e o agir: este é um dos erros mais cometidos pelos educadores, sem que tenham consciência do seu alcance. Refere-se às famosas ameaças que nunca são levadas à prática, bem como às promessas que nunca são cumpridas. Um exemplo é quando os pais aplicam normas ou sanções que depois são ignoradas por eles mesmos, que não as cumprem e acabam cedendo. Isso indica que a autoridade é fraca e pode ser facilmente destruída.
 
3. Disparidade na autoridade: refere-se à situação na qual a mãe diz uma coisa e o pai, outra, com regularidade. Isso tira a autoridade dos dois, produzindo um labirinto no qual o filho não sabe que direção seguir nem a que saída chegar. A falta de união de critérios educativos entorpece a missão instrutiva.
 
4. Conceito errôneo de liberdade: é a falsa crença de que a liberdade consiste em permitir que os filhos façam o que quiserem, onde quiserem, como quiserem e na hora em que quiserem, porque os pais assim consideram que, ao estabelecer lineamentos, estão impedindo o livre desenvolvimento da personalidade dos filhos. Educar na liberdade é muito diferente: permitir e propor nos filhos a tomada de decisões com base em diversas possibilidades, ajudando-os a distinguir o que é benéfico ou prejudicial.
 
5. Superproteção: consiste em impedir a autonomia dos filhos; os pais fazem no lugar deles as tarefas que os pequenos estão em perfeitas condições de executar com seus próprios meios. Em geral, pais assim buscam evitar sofrimentos e dificuldades na vida dos filhos. O resultado da superproteção é a insegurança gerada na pessoa, bem como a incapacidade de lidar com inconvenientes. É um amor possessivo, de apego, que obstaculiza o processo natural dos filhos.
 
6. Manipulação afetiva: acontece quando há interferência de um interesse específico dos pais para alcançar um objetivo com seus filhos. Pode se dar em qualquer idade, inclusive quando os filhos já formaram seus próprios lares e os pais recorrem a diversas razões (dinheiro, doença, companhia etc.) para chamar sua atenção. Quando são crianças, os elementos de manipulação costumam ser outros.
 
7. Preencher vazios com elementos materiais: é um fenômeno vivido em muitas famílias atuais; a falta de tempo para estar com os filhos é compensada com brinquedos, computadores, celulares… que têm como finalidade satisfazer a necessidade de carinho que os

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