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É possível ser católico praticante e homossexual?

Jeffrey Bruno
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Conheça o testemunho de um católico homossexual: “A Igreja é a única instituição que realmente convida os homossexuais ao amor”

Jovi Atanásio é católico praticante, devoto de Nossa Senhora e homossexual.
 
“Minha vida – publicou em 13 de novembro no AsiaNews – é uma demonstração prática de que a inclinação sexual não afasta da Igreja. O mais importante é amar a Deus sobre todas as coisas.”
 
Sua escolha por viver em castidade “demonstra que basta compreender o que realmente é o amor, o verdadeiro amor, para não se sentir excluído ou ferido”.
 
Em conversa com o site da Conferência Episcopal Filipina, Atanásio explica: “Esta é a minha cruz. Posso sentir atração por homens, mas amo mais a Deus. É Ele quem, por meio da Igreja, convida todos os seres humanos a aproximar-se do verdadeiro amor”.
 
A comunidade católica, acrescenta, “parece ser a única instituição que convida realmente os homossexuais ao amor. Todos nós fomos criados para o amor, e nossa vida não tem sentido se não tivermos esta experiência”.
 
O bem do outro
 
“Amar-se significa querer o bem do outro”, defende Atanásio (Tempi.it, 13 de novembro). Isso significa “querer o paraíso para o outro e, por isso, é preciso criar coragem e abraçar a virtude da castidade”.
 
Este é o caminho seguido por Atanásio: “Assim, eu não renuncio ao amor, mas continuo amando de forma mais corajosa e profunda”.
 
Se duas pessoas se amam de verdade, conclui o jovem filipino, “buscarão identificar-se como filhos amados de Deus que vivem a condição da atração homossexual, e não como pessoas que são definidas pela sua orientação sexual e vivem a condição de crer em Deus”.