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Como é o amor de Deus… explica o Papa Francisco

AP Photo/Alessandra Tarantino
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Muita gente está desorientada em nossas cidades; o amor de Deus não é amor de novela

Somente no caminho do amor é possível conhecer Deus, afirmou o Papa Francisco hoje em sua homilia em Santa Marta.

“Deus é amor! E somente pelo caminho do amor é possível conhecer Deus. Amor racional, acompanhado pela razão. Mas amor! “Mas como posso amar aquilo que não conheço?”; “Ama os que estão próximos”. E esta é a doutrina de dois Mandamentos: O mais importante é amar a Deus, porque Ele é amor; Mas o segundo é amar o próximo, mas para chegar ao primeiro, devemos subir os degraus do segundo: ou seja, através do amor ao próximo podemos conhecer Deus, que é amor. Somente amando racionalmente, mas amando, podemos chegar a este amor”.

O amor de Deus não é uma novela

Eis o motivo pelo qual devemos amar uns aos outros – disse Francisco –, porque o amor é de Deus e quem ama foi gerado por Ele.

“Quem ama conhece Deus; quem não ama, não O conheceu, porque Deus é amor. Mas não amor de novela. Não, não! Amor sólido, forte; amor eterno, amor que se manifesta – a palavra desses dias, “manifestação” – no seu Filho, que veio para nos salvar. Amor concreto; amor de obras e não de palavras. Para conhecer Deus, é necessário toda a vida; um caminho, um caminho de amor, de conhecimento, de amor ao próximo, de amor por aqueles que nos odeiam, de amor por todos”. 

O amor de Deus é como a flor da amêndoa 

Francisco observou que não fomos nós a dar o amor a Deus, mas foi Ele que nos amou e enviou seu Filho como vítima, para expiar os nossos pecados. Na pessoa de Jesus – refletiu o Pontífice – podemos contemplar o amor de Deus e, seguindo seu exemplo, chegamos, degrau após degrau, ao amor de Deus, ao conhecimento de Deus, que é amor.

Em seguida, citando o Profeta Jeremias, o Papa disse que o amor de Deus nos precede, nos ama antes ainda que o procuremos. O amor de Deus é como “a flor da amêndoa”, que é a primeira a desabrochar na primavera. O Senhor nos “ama antes de todos e sempre teremos esta surpresa”.

O Papa notou que “quando nos aproximamos de Deus atuando obras de caridade, rezando, na Comunhão, na Palavra de Deus, vemos que Deus está ali, antes de tudo, nos esperando: é assim que Ele nos ama”.

O amor de Deus espera por nós

Na sequência, o Papa meditou sobre o Evangelho do dia, que narra a multiplicação dos pães. “O Senhor – afirmou – teve compaixão de todo aquele povo que estava ali para ouvi-lo porque eram ovelhas sem pastor, desorientadas”.

“Ainda hoje, muita gente está desorientada em nossas cidades, em nossos países. Por isso, Jesus lhes ensina a doutrina e o povo o ouve. Quando, depois, fica tarde e lhes pede comida, os discípulos respondem irritados”. “Mais uma vez – comentou o Papa – Deus chegou antes e os discípulos não entenderam nada”: 

“Assim é o amor de Deus: sempre nos espera, sempre nos surpreende. É o Pai, é o nosso Pai que nos ama, que está sempre disposto a nos perdoar, sempre! Como um pai cheio de amor, e para conhecer este Deus, que é amor, devemos subir pelo degrau do amor ao próximo, pelas obras de caridade, pelas obras de misericórdia que o Senhor nos ensinou. Que o Senhor, nestes dias em que a Igreja nos faz pensar na manifestação de Deus, nos dê a graça de conhece-lo através do caminho do amor”. 

(Rádio Vaticano)