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Meus filhos vivem brigando, o que faço?

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LaFamilia.info - publicado em 12/01/15

É fundamental que os pais saibam lidar com a rivalidade dos filhos

Em determinadas etapas da vida dos filhos, os conflitos entre irmãos costumam ser frequentes, afetando, assim, a harmonia familiar. No entanto, a maneira como os pais lidam com a situação pode determinar a superação do conflito ou incentivar rivalidades que poderão estender-se até a vida adulta.

Os pais não podem permanecer indiferentes diante das brigas dos seus filhos, sobretudo porque o que está em jogo são as relações familiares. Como os pais devem agir, então? Apresentamos, a seguir, algumas dicas que podem ser de utilidade:

Escutar cada filho separadamente antes de formar uma opinião: depois de uma briga, é bom conversar com cada um dos filhos e convidá-los a refletir sobre o seu erro e sobre como poderiam proceder para resolver a situação. Os pais devem insistir na ideia de que as brigas não são a melhor maneira de resolver as dificuldades nem os desacordos; para isso existe o diálogo e a negociação. Também é preciso ensiná-los a perdoar e a pedir perdão aos seus irmãos.

Estabelecer limites: muitas vezes, ao criar normas e limites claros no lar, os conflitos entre os filhos diminuem. Por exemplo: horários para que cada um possa usar o computador ou o tablete; sempre pedir autorização para pegar alguma coisa do quarto do outro; etc.

Não se envolver no conflito: não é nada conveniente tomar partido por um dos filhos ou colocar-se contra o outro. O papel que corresponde aos pais diante das brigas entre os filhos não é o de advogados, defensores ou juízes, mas o de educadores.

Não perder a paciência: as brigas dos filhos são o termômetro da paciência dos pais. Os mais intolerantes acabam se tornando cada vez mais autoritários, castigadores e, com isso, os filhos brigam cada vez mais. Isso acontece porque as brigas não acabam somente com proibições ou broncas; é preciso ir além e levar a cabo um trabalho de conciliação e educação na tolerância e no respeito.

Não mostrar preferência por nenhum dos filhos: a rivalidade entre irmãos pode ter origem na competição pelo amor dos pais. Para evitar possíveis conflitos entre os irmãos, os pais devem eliminar favoritismos, carinhos exclusivos e diferenças no trato, mas, acima de tudo, jamais fazer comparações entre os filhos.

Aproveitar as brigas para tirar lições para a vida: os conflitos são uma oportunidade para ensinar aos filhos como viver os valores em carne própria: tolerância, respeito, solidariedade, fraternidade, autocontrole, generosidade; e também para exercitar-se na resolução de conflitos, na negociação e no diálogo, bem como para semear o valor da família, criando uma união mais sólida entre os irmãos.

Não dramatizar este tema: o importante é ter paciência e agir sempre com a máxima neutralidade nestas brigas, distribuindo o carinho com máxima equidade.

Respeito, virtude primordial entre os irmãos

Os pais precisam dar grande importância ao cultivo do respeito entre os filhos. Para ensinar esta virtude, é aconselhável:

– Que os filhos respeitem as coisas dos seus irmãos: não apoderar-se delas, não usá-las sem autorização, não quebrá-las.

– Que tenham boas maneiras entre si: não gritar, não insultar nem fazer os irmãos se sentirem mal.

– Respeitar os sentimentos dos irmãos, por exemplo: não contar os segredos, não falar mal deles.

– Valorizar os irmãos e saber manifestar seu agradecimento cada vez que recebem um favor ou serviço deles.

(Artigo original publicado em LaFamilia.info)

Tags:
FilhosPaternidade
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