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Distúrbios em Kinshasa deixam ao menos quatro mortos

<p>Protestantes são vistos, no dia 13 de setembro de 2014, correndo por uma rua de Kinshasa durante uma manifestação contra um projeto de emenda constitucional que permitiria ao presidente Joseph Kabila se candidatar a um terceiro mandato em 2016</p>

AFP - publicado em 19/01/15

Quatro pessoas, entre elas dois policiais, morreram nesta segunda-feira, em Kinshasa, após violentas manifestações contra o presidente, Joseph Kabila, que degeneraram em saques e distúrbios em algumas zonas da cidade, indicou à AFP uma autoridade local.

Os atos de violência ocorreram em vários bairros da capital da República Democrática do Congo, onde saques também foram registrados, enquanto um grupo de opositores convocou a população da cidade a "ocupar maciçamente o Parlamento" para protestar contra um projeto de lei eleitoral, que está sendo examinado.

Segundo um porta-voz do governo congolês, Lambert Mende, "dois policiais morreram atingidos por disparos", assim como "dois saqueadores".

A capital da República Democrática do Congo (RDC) tem registrado desde sexta-feira violentos combates entre a polícia e grupos que exigem a saída do presidente Joseph Kabila.

No sul da capital, perto da Universidade de Kinshasa (UNIKIN), uma jornalista da AFP informou que a polícia disparou contra estudantes para dispersá-los.

Várias testemunhas relataram saques, especialmente contra lojas de propriedade de chineses.

O número de mortos pode aumentar. Uma fonte em um hospital local informou que dois manifestantes mortos a tiros foram levados para o necrotério. Suas identidades não foram reveladas e não se sabe se participaram dos saques.

No poder desde 2001, substituindo seu falecido pai Laurent-Désiré Kabila, Joseph Kabila foi eleito presidente em 2006, nas primeiras eleições democráticas realizadas no país após a independência da Bélgica, em 1960.

Em 2011, foi reeleito para mais um mandato de cinco anos em eleições cujos resultados foram contestados pela oposição, enquanto a comunidade internacional denunciou inúmeras irregularidades.

A oposição suspeita que Kabila quer permanecer no poder após 2016, embora a atual Constituição limite a dois mandatos presidenciais consecutivos.

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