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Papa pede respeito a leis internacionais em conflito na Ucrânia

<p>(Arquivo) Papa Francisco</p>

AFP - publicado em 11/02/15

O Papa Francisco pediu nesta terça-feira respeito ao princípio de direito internacional a todas as partes envolvidas no conflito na Ucrânia, na véspera da cúpula de Minsk reunindo líderes russos, ucranianos, alemães e franceses.

Através de um comunicado de seu porta-voz, o Papa exigiu "um esforço sincero para implementar cada um dos acordos alcançados por mútuo acordo", lembrando o princípio do direito internacional.

O padre Federico Lombardi "considera útil indicar que o Papa se dirige a todas as partes interessadas", enquanto que os vários apelos do pontífice para a Paz "deram origem a diferentes interpretações."

O Papa argentino enfatiza que as negociações são "a única saída possível para uma espiral de acusações e respostas". O comunicado, citando o ex-papa polonês João Paulo II, opõe a "força da lei" ao "direito à força".

Os muito apelos de Francisco têm sido criticados por não criticar a Rússia e os rebeldes pró-russos no leste da Ucrânia, acusados por Kiev de serem responsáveis pelo conflito, ignorando os acordos alcançados.

Na quarta-feira passada, o Papa Francisco denunciou o "escândalo" de uma "guerra entre cristãos".

O conflito também opôs as Igrejas da Ucrânia. Os católicos ucraniano de rito oriental (Uniate) apoiam em sua maioria o governo de Kiev, enquanto os ortodoxos do patriarcado de Moscou estão divididos, com alguns apoiando os rebeldes pró-russos.

Este conflito congelou os avanços alcançados no ano passado entre o Vaticano e o patriarcado de Moscou.

Também nesta terça-feira, o presidente francês, François Hollande, declarou que viajava à cúpula de Minsk, junto à chanceler alemã Angela Merkel, com a firme vontade de alcançar um acordo de paz na Ucrânia.

Há discussões em andamento visando esta cúpula, mas "também combates no leste da Ucrânia com mortos, civis que vivem um calvário", disse Hollande.

A cúpula reunindo na quarta-feira os presidentes russo, Vladimir Putin, ucraniano, Petro Poroshenko, além de Hollande e Merkel tentará acabar com 10 meses de um conflito que deixou mais de 5.500 mortos.

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Papa Francisco
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