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O extremo oposto de “Cinquenta Tons de Cinza”: um filme sobre o namoro à moda antiga

Skoche-Films
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“Old Fashioned” tem prós e contras, mas os prós o fazem valer a pena

relacionamento “à moda antiga”, com base espiritual em vez de apenas física. E Amber, cujos flertes sexuais terminaram todos em dor de cabeça, acha essa abordagem encantadora. Mas a opinião de todos os amigos dela e dele é que os dois estão fadados ao fracasso. Como é que termina essa história? Desculpem, mas eu não vou contar.

Em entrevista ao jornal “Catholic World Report”, Swartzwelder declarou: “Eu só queria contar uma história romântica que não se passasse em 1800 nem numa vila de cristãos ultraconservadores, mas que refletisse a vida dos solteiros e solteiras que eu conheço, de garotos e garotas comuns que querem achar alguém para compartilhar a vida e honrar a Deus com esse relacionamento. E já que ninguém estava contando essa história, resolvi contar eu mesmo”.

Old Fashioned” é a produção mais recente de uma série de filmes, como “Believe Me” e “The Song”, que tentam se livrar do antigo paradigma dos filmes que falam de fé (muita pregação e não muito talento artístico), adotando, em vez desse modelo, uma abordagem com mais apelo ao público em geral. Como na maioria dos filmes independentes, há momentos de texto e atuação irregular, e, como na maioria dos filmes feitos por evangélicos, há um poquinho de sermão; mas, no geral, o filme é bem feito e tem lá o seu charme… se você for cristão.

Infelizmente, esta condição me parece relevante. Eu não acho que “Old Fashioned” vá chamar a atenção de gente que não esteja disposta a encarar o namoro do ponto de vista cristão. O código de conduta de Clay é tão extremista que pareceria bizarro demais para a plateia laica. Afinal, há muitas maneiras de ficar “a sós” com uma mulher e ao mesmo tempo estar “na presença de outros”: num restaurante, num teatro, num parque lotado… Mas dar a ela um machado para que os dois possam estar juntos cortando madeira em público? Sinceramente, eu duvido que uma coisa dessas convença alguém a “namorar à moda antiga”. É quase o extremo oposto de “Cinquenta Tons de Cinza”, sugerindo um amor puritano em vez de puro.

De qualquer maneira, se você está cansado das histórias supersexualizadas de Hollywood, mas gostaria de ver um filme com a sua namorada ou com o seu namorado, “Old Fashioned” tem um “charme pateta” que faz a experiência valer a pena.

Além disso, você vai ter a vantagem de não precisar pegar filas de gente afoita para ver as cinzas de um relacionamento cinquenta tons acima.

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