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Israel detalha exigências para um acordo nuclear com Teerã mais razoável

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, em Tel Aviv, no dia 17 de março de 2015

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Israel apresentou nesta segunda-feira uma série de exigências que, se forem cumpridas, tornariam o acordo final sobre o programa nuclear iraniano mais "razoável" para Tel Aviv do que o acordo-quadro aprovado na semana passada.

Entre estas condições, apresentadas pelo ministro de Inteligência, Yuval Steinitz, um colaborador próximo do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, estão a suspensão de toda pesquisa e desenvolvimento de novas centrífugas e a redução do número de centrífugas em operação no Irã.

Também citou o fechamento das instalações subterrâneas de Fordo, a exploração fora do Irã das reservas de urânio pobremente enriquecido já produzido, a possibilidade de que os inspetores internacionais que supervisionam o cumprimento do acordo visitem "qualquer local (do país) a todo momento" e a exigência de que o Irã informe sobre todas as atividades nucleares passadas suspeitas de ter uma dimensão militar.

Com esta pequena lista de modificações cumprida, "continuaria sem ser um bom acordo, mas seria um acordo mais razoável", afirmou Steinitz a alguns jornalistas.

O ministro destacou que as palavras tranquilizadoras do presidente americano, Barack Obama, a propósito da segurança de Israel não bastam e que, portanto, o acordo-quadro deveria ser radicalmente modificado.

"A análise exaustiva (que Israel tem feito) do acordo-quadro de Lausanne revelou o alcance das concessões irresponsáveis feitas pelo Irã", disse Steinitz.

Por isso, embora o ministro tenha dito apreciar as garantias dadas por Obama sobre o apoio americano a Israel em caso de ameaça, para Tel Aviv, a opção militar "continua sobre a mesa e vai continuar aí", afirmou.

Israel é o maior detrator do pacto concluído na semana passada, em Lausanne, entre o Irã e as grandes potências sobre o programa nuclear de Teerã.

O governo americano voltou a criticar seu aliado, com o qual as relações não passam pelo melhor momento.

Segundo o acordo-quadro concluído em Lausanne em 2 de abril, "o Irã vai retirar fisicamente 13.000 centrífugas das usinas nucleares onde estão atualmente", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Marie Harf. "Para ser exatos, o Irã precisaria de mais de dois anos para reconstruir o que tem atualmente", informou.

A diplomática americana assegurou que seu governo mantém um diálogo permanente e no mais alto nível com Israel sobre o tema nuclear iraniano.

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