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Operação contra líder do Estado Islâmico na Síria permitiu aos EUA conhecer melhor o grupo

<p>(Reprodução) Vídeo divulgado pelo Estado Islâmico mostra recrutas do grupo em um local não divulgado</p>

AFP - publicado em 10/06/15

A recente operação militar americana contra um líder do Estado Islâmico (EI) na Síria permitiu que os serviços de inteligência americanos obtivessem informações valiosas sobre a estrutura ainda pouco conhecida do grupo extremista, segundo o jornal New York Times.

Computadores, telefones celulares e documentos apreendidos na casa de Abu Sayyaf em 16 de maio em Al-Omar permitiram coletar entre 4 e 7 terabytes de dados, de acordo com um funcionário da inteligência citado pelo jornal.

Abu Sayyaf, considerado o reponsável financeiro do EI pela inteligência americana, foi morto durante a operação comandada pelas forças especiais Delta, uma unidade do exército dos Estados Unidos. Sua esposa, Umm Sayyaf, foi capturada.

Os dados mostram, por exemplo, que o chefe do EI, Abu Bakr Al-Baghdadi, se reúne regularmente com seus "emires" (líderes regionais) em seu quartel-general em Raqqa, Síria. Um motorista os busca e pede a eles que entreguem seus celulares e outros dispositivos eletrônicos para evitar que os serviços americanos sigam seu rastro, de acordo com a edição do jornal de segunda-feira.

As esposas desempenham um papel importante, incluídas no entorno de Al-Baghdadi, para transmitir informação sobre o grupo, acrescenta o jornal.

As informações recolhidas durante a operação terrestre, a primeira contra um líder da organização jihadista, permitiram realizar duas semanas depois um atentado contra outro líder do EI em Hassake, na Síria. O alvo foi Abu Hamid, emir encarregado da sharia e assuntos tribais. Os americanos acreditam ter matando Abu Hamid, mas essa informação não foi confirmada pelo EI.

Os documentos também mostram que o EI usaria metade das suas receitas petrolíferas para financiar o seu orçamento geral. A outra metade seria utilizada para financiar a exploração de petróleo, e seria distribuída mais ou menos igualmente entre os salários dos funcionários e despesas relacionadas ao material.

Os documentos permitiram tirar das sombras Fadel Al-Hiyali, considerado o chefe do conselho militar do EI, e que desempenha "um papel ainda mais importante do que se pensava anteriormente". Fadel Al-Hiyali é um ex-coronel da inteligência militar de Saddam Hussein.

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