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Caridade é isso: ninguém morre sozinho

anciana en un hospital – pt

© Alyssa L. Miller

Razões para Acreditar - publicado em 25/06/15

Conheça o grupo de voluntários que conforta pessoas que estão prestes a falecer sozinhas

Em 2001, um homem em fase terminal em um hospital pediu para sua enfermeira, Sandra Clarke, para ficar ao seu lado nesse momento. Ele estava sozinho, sem família ou amigos para consolá-lo.

Ela concordou, mas primeiro teve que fazer mais algumas coisas to trabalho antes. Quando ela voltou, o homem havia falecido. Ele morreu sozinho, e foi esse acontecimento que mudou a vida da enfermeira e de muitas outras pessoas depois.

Frustrada e irritada, ela criou um grupo de voluntários para que pessoas não ficassem mais sozinhas em um momento tão assustador da vida.

Desde então, seu programa se espalhou pelos hospitais de todo os Estados Unidos. O programa Ninguém morre sozinho (NODA) dá às pessoas que estão desabrigadas, sozinhas, ou afastadas de suas famílias uma forma de morrer em paz, com a ajuda de um companheiro.

Estes bravos voluntários trabalham contra o relógio em turnos de três horas, mantendo vigília com estranhos cujos último desejo era morrer com alguém em sua cabeceira.

“Isso é algo muito simples, mas tão importante”, diz uma das voluntárias, Amanda Egler. “Porque todo mundo vai morrer, e dar três horas de sua vida, no final de outra pessoa, parece a coisa certa a fazer.”

“É uma viagem incomum, mas um privilégio estar com alguém no final de sua vida “, diz outro voluntário. “Ao manter vigília, um voluntário vai esfregar os pés de seus pacientes, ler em voz alta, tocar música, ou simplesmente segurar sua mão.

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