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Relatos arrepiantes e significativos: como é que um abortista tem estômago para fazer o que faz?

Center for Medical Progress

Pe. Frank Pavone - publicado em 04/08/15

David Brewer, ex-abortista, conta a sua história:


"Eu me lembro do dia em que assisti ao primeiro aborto… Eu vi uma cabecinha, eu vi um pedaço de uma perna, eu vi uma mãozinha, eu vi um braço. Sabe, aquilo era como se alguém estivesse pressionando um ferro quente contra mim… Eu tinha consciência, e aquilo doía! Foi uma experiência muito difícil para mim, emocionalmente. E eu fiz o que muitos de nós fazem durante toda a nossa vida: nós não fazemos nada. Eu não falei com ninguém sobre aquilo. E você sabe o que aconteceu? Eu assisti a outro aborto. E sabe o quê? Aquele também me doeu. Mas eu continuei assistindo a abortos e aquilo doía um pouquinho menos a cada vez. E o que aconteceu depois? Eu tive que fazer um. O primeiro que eu fiz foi meio difícil. Foi de novo aquele ferro quente. Mas, depois de um tempo, cheguei a um ponto em que não doía mais" (Depoimento durante a conferência “Conheça os realizadores do aborto”, em Chicago).

O Dr. Bernard Nathanson, que lançou a indústria do aborto na América do Norte, chegou a realizar o aborto do próprio filho. Ele escreve sobre o que sentiu.


"Eu juro que não tinha sentimento algum, a não ser o sentimento do trabalho realizado, do orgulho do especialista. Quando inspecionava o conteúdo do saco de restos, eu só sentia a satisfação de saber que tinha feito um trabalho completo" ("A Mão de Deus", pág. 60).

Durante o julgamento do abortista Kermit Gosnell, na Filadélfia [SAIBA MAIS AQUI], hoje condenado à prisão perpétua, eu fiquei sentado bem atrás dele no tribunal. Observei o mesmo fenômeno. Enquanto os seus atos horríveis eram descritos em detalhes excruciantes pelo Ministério Público, o que Gosnell fazia? Ele sorria.

Eu não fiquei nada surpreso ao ver a Dra. Nucatola sentada à mesa com naturalidade e calma, bebendo vinho e comendo salada e até sorrindo enquanto falava da extração de partes do corpo dos bebês que ela aborta.

O aborto destrói os próprios abortistas.

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AbortoCultura do descarte
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