De todo o mundo, a cidade com mais adúlteros cadastrados era... São Paulo
De todo o mundo, a cidade com mais adúlteros cadastrados era… São PauloO site canadense Ashley Madison era uma espécie de “rede social de adúlteros”: homens e mulheres casados de todo o mundo se cadastravam para encontrar outras pessoas casadas e interessadas em viver “aventuras extraconjugais”. O slogan do site era “A vida é curta: curta um caso”.
Mas como as pernas da mentira são ainda mais curtas do que a vida, os mentirosos cadastrados tropeçaram nos nós da própria rede: a mentira e a traição. Os 30,3 milhões de adúlteros registrados foram “traídos” pelo site, que mentia sobre as suas medidas de segurança. Na semana passada, a rede foi invadida por um grupo de piratas da internet chamado “Impact Team”, que roubou os dados dos adúlteros, incluindo nomes completos, endereços, fotos e, possivelmente, números de cartões de crédito, embora a empresa negue o roubo desta última informação.
Os hackers, que vinham coletando os dados da Ashley Madison “há muito tempo” e que roubaram cerca de 300GB de informações da empresa, deram uma entrevista por email ao site norte-americano Motherboard, na qual afirmam:
Por exemplo, o site vendia aos seus usuários um serviço chamado “plena exclusão de cadastro”, que custava 20 dólares e, supostamente, eliminaria todos os dados pessoais do adúltero quando ele se descadastrasse. Só este serviço rendeu 1,7 milhão de dólares para o site em 2014, segundo os hackers. Mas o serviço era outra mentira: os dados não eram completamente excluídos. Os piratas foram enfáticos ao afirmar que a segurança no Ashley Madison era muito frágil:
Acusado de usar os dados roubados para fazer chantagem e extorsão, o grupo de piratas responde:









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