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O Google vai entrar na guerra contra o Estado Islâmico?

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"Eles estão operando sem serem expulsos da mesma internet que todos nós usamos", observa um dos executivos da gigante de buscas

Um dos pilares da expansão do autoproclamado Estado Islâmico é a internet. A rede serve tanto para que os terroristas espalhem mensagens e vídeos de terror quanto para recrutar membros através de redes sociais, fóruns e guias passo-a-passo para quem deseja se unir ao grupo.

Acabar com a presença virtual do Estado Islâmico, portanto, é uma batalha fundamental para derrotá-lo – e este desafio está na mira de Jared Cohen, chefe do departamento de novas ideias do Google.

“Seria um sucesso limitar o EI à dark web. Eles estão operando hoje em dia sem serem expulsos da mesma internet que todos nós usamos”, afirma ele. A chamada “dark web” é a parte da internet que não é indexada e que não é acessível pelos navegadores normais: trata-se de um espaço cibernético do qual é praticamente impossível eliminá-los, mas que, em compensação, só é usada por uma pequena fração dos internautas.

Expulsar o EI da internet aberta, no entanto, não é uma tarefa simples, já que grande parte das suas mensagens trata de religião. Bloquear indistintamente esse tipo de mensagem implicaria ferir a liberdade de expressão na internet e afetar milhões de pessoas que não têm vínculo algum com o grupo terrorista.

Ainda assim, Jared Cohen afirma que a presença do bando na internet aberta deve ser combatida. “Eles exageram seu tamanho e sua presença”, observa ele, ressaltando que os terroristas mantêm mais contas do que membros efetivos, o que gera a ilusão de serem mais numerosos do que são de fato.