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"Encarem os fatos! Nós não fomos criados todos iguais"

Aleteia Brasil - publicado em 03/02/16

"Mulher nunca deveria ser soldado de infantaria": capitã norte-americana dispara contra a ideologia de gênero e seu igualitarismo fictício

Enquanto a ideologia de gênero teima em defender interesses ideológicos com base em mentiras biológicas e psicológicas, surgem continuamente relatos da vida real que a desmentem e desmascaram.

Por sugestão de uma leitora de Aleteia, recordamos hoje o caso de Katie Petronio, a capitã dos Fuzileiros Navais norte-americanos (Marines) que, em artigo publicado em 2013 pela revista Marine Corps Gazette, disparou: “Mulher nunca deveria ser soldado de infantaria”.

No artigo intitulado “Encarem os fatos! Nós não fomos criados todos iguais”, a capitã defende que a anatomia feminina não foi feita para resistir às asperezas de uma longa carreira militar que envolve operações de infantaria. Ela adverte que os Marines vão sofrer “um aumento colossal no número de mulheres incapacitadas e obrigadas a encerrar sua carreira por causas médicas”.

Katie Petronio se baseia na própria experiência adquirida em situação de combate, que lhe causou sérios danos físicos apesar do promissor início na elite da corporação.

A capitã escreveu que “preenchia todas as condições” para ser uma soldado ideal quando começou a carreira. “Eu era uma estrela no hóquei sobre gelo em uma escola de elite no Maine, com diploma em Direito e Administração”. Katie também conseguiu resultados “muito acima da média em todos os testes físicos de capacidade para mulheres”, mesmo não completando todo o treinamento prévio.

No entanto…:

“Cinco anos depois, eu não sou mais, fisicamente, a mulher que fui, e os meus pontos de vista sobre a mulher bem sucedida numa carreira duradoura na infantaria mudaram muito. Eu posso dizer, com base na minha experiência pessoal direta no Iraque e no Afeganistão, e não é apenas uma impressão, que nós ainda não começamos a analisar e a compreender as questões específicas de saúde dos sexos e os danos físicos nas mulheres por causa de contínuas operações de combate”.

Katie Petronio “participou de numerosas operações de combate”, que, às vezes, duravam semanas, sofrendo estresse e falta de sono. Suas pernas começaram a se atrofiar. Ela perdeu mobilidade e peso, parou de produzir estrógeno e desenvolveu uma síndrome no ovário que a deixou estéril.

A capitã completou o seu período com bons resultados, mas percebeu que lhe seria impossível aguentar o esforço que um homem é capaz de fazer e solicitou retirar-se por motivos de saúde.

Katie Petronio manifestou sua preocupação diante da pressão de grupos ideológicos que impulsionam a integração de mulheres no corpo de infantaria.

“Quem é que está promovendo esta agenda? Eu, pessoalmente, não vejo Marines femininas, sejam elas recrutas ou oficiais, batendo às portas do Congresso e se queixando de que a sua impotência para servir na infantaria viola o direito à igualdade”.

Katie declara, ainda, que essa pressão está sendo aplicada por um “pequeno comitê de civis” denominado Comitê Consultivo da Defesa sobre as Mulheres em Serviço. Embora alguns dos membros desse comitê consultivo tenham experiência militar, nenhum “está no serviço ativo ou tem qualquer tipo de experiência recente em combate ou em operações relevantes sobre as realidades que estão tentando modificar”, observou a capitã.

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