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A vida reage: é recorde o número de centros abortistas fechados nos EUA

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Omar Aguilar - publicado em 01/03/16

Quanto mais o país conhece a verdade sobre o aborto, mais se afasta da sua prática

Desde 2011, pelo menos 162 clínicas de aborto fecharam as portas nos Estados Unidos. Algumas unidades da federação norte-americana, como o Texas, aprovaram uma série de leis que aumentam as exigências de transparência e cuidados por parte das organizações que vendem serviços de aborto, como a polêmica Planned Parenthood, envolvida em um escândalo de comercialização ilegal de órgãos e tecidos de bebês abortados.

Confira mais, aqui, sobre os crimes atribuídos à maior rede abortista do planeta.

Algumas regulamentações que vários Estados passaram a exigir são a garantia de atendimento de emergência em hospitais no caso de complicações durante o aborto, níveis mais elevados de salubridade em cada clínica de aborto e serviços básicos como equipes de esterilização.

A tendência é nacional. Mesmo Estados com legislação e governo favoráveis ao aborto vêm experimentando a queda numérica dessas clínicas. A Califórnia, um dos Estados mais liberais da nação, perdeu mais de uma dúzia.

Os números indicam que está deixando de funcionar um centro abortista por semana nos Estados Unidos. Ao longo da década, a média de clínicas fechadas vinha sendo de 31 por ano.

A luta em favor da vida deu como frutos, entre muitos outros, uma série de reformas locais e estaduais. Nos últimos cinco anos, foram abertas 21 novas clínicas abortistas, mas 162 encerraram sua ação.

Dentro da nova tendência, é também mais difícil encontrar médicos dispostos a perpetrar abortos. Além disso, a média de idade dos abortistas no país é de cerca de 70 anos.

Apesar do enorme barulho midiático das ideologias do descarte, os Estados Unidos parecem estar despertando aos poucos para a realidade obscura do que é um aborto na prática. E, quanto mais descobre a verdade, mais o país se afasta dessa prática homicida.

Mais informações (em inglês) aqui.

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