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Como encontrei a abundância que, sem saber, eu já possuía

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Por que algumas pessoas pareciam ter encontrado o bilhete premiado, enquanto eu parecia continuar sem sorte? A resposta, eu aprendi, depende da perspectiva

Quando olhei para trás, percebi que foi durante os tempos mais escuros que eu cresci como uma pessoa mais amorosa e compassiva. Depois da minha demissão senti mais solidariedade para com os moradores de rua que encontrava em Chicago. E parei de ver as pessoas que “tinham tudo” como superiores ou abençoadas – porque elas também estavam lidando com suas próprias lutas. Parei de ansiar por coisas que não me satisfazem.

Hoje, sete anos depois da minha demissão, eu tenho um bom trabalho, meu marido tem uma nova carreira, nós somos financeiramente mais estáveis (embora não sejamos ricos) e temos uma encantadora, inteligente, bonita filha de seis anos que adotamos em um orfanato.

Para outros, pode parecer que eu tenho uma vida plena, e eu tenho mesmo. Não simplesmente porque tenho mais dinheiro ou uma criança, mas porque eu peneirei através das cinzas da minha vida e descobri tesouros inesperados. Então os colecionei como joias, amarrando-os juntos, até que pude ver a abundância que estava procurando o tempo todo.

 

Karen Beattie é autora do livro Rock-Bottom Blessings: Discovering God’s Abundance When All Seems Lost. Seus artigos têm sido publicados em America, Christianity Today e Power of Moms. Ela vive no lado norte de Chicago com o marido, a filha de 6 anos e um gato idoso.

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