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Seu pretzel é católico e tem 1400 anos

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Originalmente, eles eram chamados de “pretiolas” ou “bracellae”

Segundo a tradição, os pretzels foram inventados por monges italianos – de modo que não, não parecem ser tão alemães como supúnhamos – no início do século VII. Os monges davam aos noviços e às crianças pequenas estes curiosos laços de massa cozida com sal que recordam de alguma forma braços cruzados, uma postura clássica de oração monástica.

Um pretzel na Última Ceia? Sim: podemos observar em mais de um manuscrito. Este é o fólio 80 do Lecionário da Abadia de São Pedro, em Salzburg.

Esses lanches foram chamados de “pretiolas”, em latim, que significa “pequenos prêmios”, “pequenas recompensas” para as crianças que conseguiam memorizar corretamente suas orações. Outros sugerem que o nome em latim era “bracellae” (“pequenos braços”), que passaria a ser então a origem do “brezel” alemã, como lemos no uCatholic.

Considerado por muitos como um clássico da Quaresma – por serem feitos apenas de farinha, água e sal, sem ovos nem leite – a tradição também deu aos pretzels um significado espiritual adicional: os três espaços vazios dos pretzels representariam a Santíssima Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo. O costume se enraizou no resto da Europa, onde os pretzels começariam também a ser usados como um símbolo de uma vida longa e próspera, por ser uma maneira fácil, econômica e saborosa de manter o estômago cheio.

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