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Bento XVI: a simplicidade em uma foto real

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“Tende suficiente humildade para considerardes os outros superiores a vós mesmos” (Filipenses 2, 3)

Em matéria de simplicidade, Bento XVI foi alvo de covardes e raivosos ataques durante o seu pontificado devido à decisão de usar elementos simbólicos tradicionais da indumentária pontifícia.

Qualquer pessoa sensata poderia perfeitamente ter entendido aqueles símbolos na sua tradicional e real significação, já que todo símbolo tem seu sentido específico em qualquer religião: nos templos, nos ritos, nas vestes, nos gestos, nas palavras. Era só questão de boa vontade e honestidade. No entanto, não faltou quem preferisse tergiversar os fatos e apontar o seu dedo condenatório (sempre “em nome da moral”, é claro) contra a pessoa de Joseph Ratzinger, acusando-o de algo simplesmente estapafúrdio para qualquer um que o conhecesse de verdade: ser “amante do luxo”.

Um dos exemplos mais fenomenais da sanha anti-Bento XVI era a famosa mentira, repetida às náuseas pelas redes sociais, de que a cadeira do papa era um “trono de ouro”. O trono era de madeira – mas esse “detalhe” nunca interessou a quem só queria espalhar ataques.

Joseph Ratzinger nunca foi dado a luxos – seus “luxos” sempre foram a leitura e a música clássica, em todo caso. Tímido e simples, levou e continua levando uma vida discreta, regrada, dedicada à oração e aos estudos filosóficos e teológicos. Aliás, nisto sim ele sempre foi intensamente rígido e sério.

Avesso aos holofotes e hoje retirado com singeleza no Vaticano, Bento XVI foi recebido por um dos seminários mais prestigiados da Alemanha, quando ainda era o papa reinante, de 22 a 25 de setembro de 2011. Daquela ocasião, foi publicada recentemente uma foto do quarto que hospedou o Santo Padre: cama de solteiro, móveis básicos, igual a qualquer quarto reservado a visitantes individuais.

É um interessante registro do “luxo” da vida real de Bento XVI – sem os filtros ideológicos de quem ainda lhe aponta o dedo para acusá-lo do que nem sabe.