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Redação da Aleteia

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Por que esconder nossas emoções?

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Pouco depois que meu marido e eu nos casamos, sentamos em um restaurante perto de um casal de meia-idade. Eles eram de boa aparência, parecia que estavam bebendo vinho e mal disseram duas palavras um para o outro

David e eu sempre tínhamos o hábito de perguntar, “como foi seu dia?”, na mesa de jantar. Mas muitas vezes parava aí mesmo. “Essa pergunta simples é uma tentativa de conexão, mas a fim de realmente se conectar, é preciso ir mais fundo do que apenas aquela simples pergunta. É importante não apenas falar sobre os acontecimentos do dia, mas também como eles fizeram você se sentir”, diz Ruiz.

Eu posso reconhecer quando David teve um dia ruim. Ele responde à pergunta com um suspiro, e balança a cabeça. Agora, eu vejo isso como um sinal e procuro saber mais sobre como ele se sente sobre o que aconteceu.

Também é importante dizer ao seu parceiro o que você sentiu quando eles compartilharam algo sobre o seu dia. Algo como: “Eu estou realmente orgulhoso de como você lidou com essa situação no trabalho”. Ou “Estou grata por você ter passado um tempo com nossa filha hoje, você é um grande pai para ela”.

“Você está compartilhando sobre o seu dia, mas você também está preenchendo toda essa lacuna”, diz Ruiz. “O casal começa a ter um movimento emocional onde eles não apenas estão comunicando o que aconteceu e o que está acontecendo, mas também se conectando através da partilha e dizendo ‘é assim que me sinto sobre você’”.

Aprender a falar tudo de novo

Quando você está em um relacionamento com um ente querido, não conseguir o que quer dessa pessoa é devastador. Tão devastador que muitas vezes não consegue explicar por que você está magoado com ela. Torna-se um círculo vicioso. Logo você cria um ressentimento e para de conversar com ela. Em vez de realmente falar sobre o sentimento, você começa a culpar a outra pessoa.

Pare de culpar a outra pessoa, aconselha Whitman, e comece a olhar para si mesmo. O que é que você está sentindo? Quando você ouve a emoção da outra pessoa – como você vai responder a isso?

E certifique-se de falar um com o outro como sujeito. Quando você inicia uma conversa com “você”, pode ser um sinal de que você está culpando a outra pessoa e não assumindo a responsabilidade por seus sentimentos.

Quando as pessoas deixam e apontar o dedo para o outro, o cônjuge fica automaticamente feliz, diz Whitman. 

Nos dias de hoje, quando jantamos sozinhos, sem a nossa filha, nós temos muito para falar. E quando estamos em silêncio, o silêncio não é de tédio, ou ressentimento, ou separação. É o silêncio de duas pessoas que sofreram e que lutaram por seu casamento e estão sentadas agradecidas por ter um ao outro.

 

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