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Conheça o time de refugiados que já está fazendo história no Rio-2016

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Simplesmente inspirador!

Team Refugee Olympic Athletes (ROA) ou Time dos Atletas Olímpicos Refugiados, em tradução livre, é o nome que quatro mulheres e seis homens carregam com orgulho para competir nas Olimpíadas do Rio.

O time foi criado pela diretoria executiva do Comitê Olímpico Internacional (COI) e os membros foram escolhidos de uma lista de 43 atletas identificados em campos de refugiados na África e em abrigos na Europa.

“Não houve atalhos. Cada membro do Time Olímpico de Refugiados mereceu a posição e foi qualificado no tempo necessário.”

Essa foi a mensagem do COI para evitar dúvida e a dos atletas refugiados ao vir para o Brasil é a de mostrar sua força, resiliência, coragem e seu talento para o mundo.

SÍMBOLO DE ESPERANÇA

São dois nadadores sírios, dois judocas da República Democrática do Congo, um maratonista da Etiópia e cinco corredores do Sudão do Sul que vão entrar na cerimônia de abertura sob a bandeira Olímpica.
Conheça mais sobre estes atletas neste vídeo: clique aqui.
A participação de um time de refugiados é algo inédito nas Olimpíadas e tem enorme peso na mensagem que carrega: chama a atenção para a magnitude da crise humanitária que eles enfrentam, transmite um símbolo de paz e esperança e enfatiza a importância da vida de cada ser humano.

ELES JÁ VENCERAM

Os atletas com certeza gostariam de representar seus países de origem, mas ao levantar a bandeira olímpica, eles sabem que estarão dando voz a todos os refugiados do mundo.

Então eles já venceram só por estar em solo brasileiro.

Rami Anis: País de origem: Síria – País anfitrião: Bélgica – Esporte: Natação

“Eu estou muito orgulhoso de estar aqui”, disse Rami. “Mas eu sinto um pouco de tristeza por eu  não estar participando como um sírio. Nós estamos representando pessoas que perderam seus direitos humanos e estão enfrentando injustiças.”

Yiech Pur Biel: País de Origem: Sudão do Sul – País anfitrião Quênia – Atletismo 800m

“Eu posso mostrar aos meus companheiros refugiados que eles têm uma chance e esperança na vida.”

“Através da educação, mas também pela corrida, você pode mudar o mundo.”

James Nyang Chiengjiek: País de origem – Sudão do Sul; País anfitrião Quênia; Esporte atletismo 400m

“Correndo bem, eu estarei fazendo algo bom para ajudar outros, especialmente refugiados.”

Yonas Kinde: País de origem: Etiópia; País anfitrião Luxemburgo; Esporte Atletismo, maratona

“Eu acho que será uma grande mensagem aos refugiados, jovens atletas, que eles podem fazer o seu melhor.”

“É claro que nós temos problemas – nós somos refugiados – mas nós podemos fazer qualquer coisa em um campo de refugiado. Então isso ajudará atletas refugiados.”

Anjelina Nadai Lohalith: País de Origem: Sudão do Sul; Pais anfitrião –Quênia; Esporte – atletismo, 1500m

“Comprar uma casa melhor para o meu pai.” Essa é a primeira coisa que Anjelina irá fazer se vencer.

Rose Nathike Lokonyen: País de origem: Sudão do Sul; Pais anfitrião – Quênia; esporte – atletismo, 800m

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“Eu vou representar meu povo lá no Rio e talvez se eu conseguir, eu possa voltar e conduzir uma corrida que pode promover paz e aproxime as pessoas.” 

Paulo Amotun Lokoro: País de origem – Sudão do Sul; País anfitrião – Quênia; esporte – atletismo, 1500m

“Se eu for bem, eu vou usar isso para ajudar minha família e meu povo.”

Yolande Bukasa Mabika: País de origem – República Democrática do Congo; País anfitrião – Brasil; esporte – judô, -70kg

“O judô nunca me deu dinheiro, mas me deu um coração forte.”

Yusra Mardini: País de origem – Síria; País anfitrião – Alemanha; esporte – natação

“Eu quero mostrar para todo mundo que depois da dor, depois da tempestade, vem os dias calmos.”

“Eu quero inspirá-los a fazer algo bom em suas vidas.”

Popole Misenga: País de origem – República Democrática do Congo; País anfitrião – Brasil; esporte – judô, -90kg

“Eu quero fazer parte do Time dos Atletas Olímpicos Refugiados para continuar sonhando, para dar esperança para todos os refugiados e tirar a tristeza deles.”

“Eu quero mostrar que os refugiados podem fazer coisas importantes.”

Veja mais sobre a vida de alguns dos atletas nos vídeos abaixo (inglês).

Veja o vídeo no YouTube.

Veja o vídeo no YouTube.

Veja o vídeo no YouTube.

Os atletas receberam todo o suporte para que tivessem condições de participar das Olimpíadas e receberam o mesmo tratamento que as delegações dos demais países.

Eles são uma inspiração e sem dúvida estaremos acompanhando o desenvolvimento de cada um deles durante as Olimpíadas do Rio.

Vamos todos torcer pelo #TeamRefugees e por sua mensagem de paz!

Imagens e vídeos: United Nations High Commissioner for Refugees. Fontes:mashable.com, mirror.co.uk, aljazeera.com.

 

 

(via Awebic)

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