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Papa aos juízes: não buscar interesse pessoal

Depois de ter que nadar para sobreviver, refugiada consegue superar expectativas durante Olimpíadas

Reprodução/Facebook
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Há um ano, Yusra nadava para salvar 18 refugiados, que assim como ela, tentavam escapar da Síria

Com apenas 18 anos, Yusra Mardini tem feito história e das marcantes. Ela não chegou perto de uma semifinal olímpica, já que fez 1:09.21 ao competir nos 100m borboleta, contudo, isso não foi nem de longe uma decepção para ela na tarde do sábado passado. Seu tempo foi o suficiente para ela vencer sua bateria, a primeira das disputas, mostrando que o impossível pode acontecer diante dos olhos do mundo.

Há um ano, Yusra nadava para salvar 18 refugiados, que assim como ela, tentavam escapar da Síria. Em entrevista ela deixa a realidade muito clara, “Sem nadar eu nunca estaria viva agora”, afirmou. Em 2015, ela e sua irmã decidiram que iriam viver longe da guerra que assolava a Síria e, assim como muitos, pegaram um barco para chegar à Europa. No meio da viagem o motor do bote- que tinha o triplo da capacidade segura para navegar- parou de funcionar e elas pensaram que iriam morrer junto das outras 18 pessoas que estavam na embarcação.

Foi então que Yusra e mais três pessoas pularam nas águas gélidas do mar Egeu e puxaram nadando o barco até uma ilha na Grécia. “Eu queria mostrar ao mundo inteiro que depois da dor, depois da tempestade, vem a calmaria”, disse logo depois de vencer sua bateria nas Olimpíadas no Rio Janeiro.

A VISA fez um vídeo (em inglês) sobre a história dessa heroína chamado “The Swim”, confira abaixo:

 

 

(via Best of Web)

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