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Patriarca ortodoxo da Antioquia denuncia passividade ante drama de Aleppo

Pessoas tentam resgatar sobreviventes após ataque aéreo do regime sírio, em Aleppo, no dia 21 de junho de 2015

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O patriarca ortodoxo João X de Antioquia e de todo o Oriente denunciou a indiferença manifestada pelo mundo diante do drama da cidade síria de Aleppo (norte), nesta terça-feira durante um ofício religioso em Varsóvia.

“Levamos em nossos corações o ferimento da Igreja ortodoxa de Antioquia e o desgarramento dos países desta terra”, declarou João X, atualmente em visita à Polônia, onde recebeu o título de doutor honoris causa da Academia Cristã de Teologia.

“Levamos conosco a dor da cidade de Aleppo, que espera há três anos o retorno dos religiosos sequestrados. Nestes três anos o mundo foi um simples espectador desta tragédia”, afirmou o patriarca.
Os bispos de Aleppo, Yuhana Ibrahim, da Igreja ortodoxa síria, e Bulos Yazigi, da Igreja ortodoxa grega, que além disso é irmão do patriarca, foram sequestrados perto desta cidade durante uma missão humanitária, em abril de 2003.

Uma região crucial em jogo nesta guerra que devasta a Síria há mais de cinco anos, a cidade de Aleppo está dividida em bairros rebeldes, no leste, e em outros pró-regime, no oeste.

Os dois grupos reforçaram seus efetivos diante da batalha “final”, que permitirá que um deles se apodere da totalidade da ex-capital econômica do país.

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ao menos 19 civis, entre eles 3 crianças, morreram nesta terça-feira nos intensos bombardeios aéreos sobre os bairros do setor rebelde de Aleppo.

(AFP)