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“Eu não estou longe; estou apenas do outro lado do Caminho”

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"O Amor não desaparece jamais"

O seguinte texto, que os compartilhamentos massivos nas redes sociais tornaram muito conhecido e popular, nos fala com delicadeza e luminosidade sobre a morte, entendida como passagem para a eternidade e não como fim do caminho.

Com grande frequência, a composição é atribuída a Santo Agostinho, embora não seja dele.

Há também quem o considere, pelo estilo, um texto gnóstico ou espírita. No entanto, ele não contém nenhuma discordância da fé católica no tocante ao sentido da morte e da vida eterna, embora mereça algumas observações pontuais: por exemplo, ao falar em “mundo das criaturas” e “mundo do Criador“, o texto pareceria contrapor o que na verdade é uma só criação – afinal, tudo é criatura, exceto o próprio Criador. Seria mais preciso, numa perspectiva católica, distinguir entre a “vida mortal” e a “vida eterna“. Ainda assim, com bom senso, pode-se entender o sentido pretendido justamente como a diferenciação entre o atual mundo passageiro, no qual vivemos como mortais, e a eternidade, em que, superada a morte, viveremos junto de Deus para todo o sempre.

Além da suavidade e da serenidade com que enxerga a morte em seu sentido cristão, o texto também contém uma das maiores certezas do cristianismo: o Amor não desaparece jamais!

 

*

O Amor não desaparece jamais.

Eu sou eu, vocês são vocês.

O que eu era para vocês, continuarei sendo.

 

Me deem o nome que vocês sempre me deram,

falem comigo como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas;

eu estou vivendo no mundo do Criador.

 

Não utilizem um tom solene ou triste.

Continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim.

 

Que o meu nome seja pronunciado como sempre foi,

sem ênfase de nenhum tipo.

Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.

 

A vida significa tudo o que ela sempre significou;

o fio não foi cortado.

Eu não estou longe.

Apenas estou do outro lado do Caminho…