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Clérigo britânico condenado à prisão por apoio ao Estado Islâmico

Arian Zwegers
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O polêmico clérigo muçulmano britânico Anjem Choudary foi condenado nesta terça-feira a cinco anos e meio de prisão por ter promovido o recrutamento de militantes para o grupo extremista Estado Islâmico (EI) em vários vídeos.

Advogado de origem paquistanesa, 49 anos, o polêmico pregador religioso, muito popular nos meios radicais, fez uma série de vídeos postados no YouTube promovendo a organização extremista.

Seus partidários gritaram “Alá akbar!” (Alá é grande) quando o juiz Timothy Holroyde, de um tribunal de Londres, anunciou a sentença.

Outro homem, Mohamed Mizanur Rahma, foi condenado ao lado de Choudary pelo mesmo crime e com a mesma pena.

O juiz afirmou que os dois “ultrapassaram a linha entre a legítima expressão de seus pontos de vista e o delito”.

No julgamento se considerou provado que ambos prestaram juramento de lealdade ao grupo que controla parte do Iraque, Síria e Líbia, famoso pela divulgação de suas atrocidades em vídeo, de decapitações de jornalistas a execuções de homossexuais.

“Os dois homens permaneceram dentro dos limites da lei por muito pouco durante anos, criando frustração entre as forças de segurança e as comunidades que viam como divulgavam sua mensagem de ódio”, afirmou Dean Haydon, comandante da unidade antiterrorista da polícia britânica.

“Seus recentes discursos e seu juramento foram o ponto de inflexão para a polícia, porque finalmente tínhamos provas de que haviam cruzado a linha e poderíamos provar que apoiavam ativamente o Estado Islâmico”, completou Haydon.

(AFP)