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Divisões e dinheiro, armas do diabo para a destruição, diz Papa

© Antoine Mekary / ALETEIA
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"O diabo semeia ciúmes, ambições, ideias, mas para dividir! E semeia cobiça”

As divisões destroem a Igreja e o diabo tenta atacar a raiz da unidade, isto é, a celebração eucarística: foi o que disse o Papa celebrando a Missa matutina na Casa Santa Marta na segunda-feira (12/09) – dia em que a Igreja faz memória do Nome de Maria.

Divisões e dinheiro, armas do diabo para a destruição

Comentando a carta de São Paulo aos Coríntios, repreendidos pelo Apóstolo por suas brigas, o Papa Francisco reiterou que “o diabo tem duas armas muito potentes para destruir a Igreja: as divisões e o dinheiro”.

E isso ocorreu desde o início: “divisões ideológicas, teológicas, que dilaceravam a Igreja. O diabo semeia ciúmes, ambições, ideias, mas para dividir! E semeia cobiça”.

E assim como acontece depois de uma guerra, “tudo fica destruído. E o diabo vai embora contente. E nós – ingênuos, fazemos o seu jogo”. “As divisões são uma guerra suja – repetiu mais uma vez o Papa – é como um terrorismo”, o das fofocas nas comunidades, da língua que mata: “lança a bomba, destrói e permaneço”:

O diabo vai à raiz da unidade cristã

“E as divisões na Igreja não deixam que o Reino de Deus cresça; não deixam que o Senhor seja visto como Ele é. As divisões mostram esta parte, esta outra parte contra esta e contra alguém … Sempre contra! Não há o óleo da unidade, o bálsamo da unidade. Mas o diabo vai além, não somente na comunidade cristã, vai justamente na raiz da unidade cristã. E isso é o que acontece aqui, na cidade de Corínto, aos Coríntios. Paulo os repreende porque as divisões chegam precisamente à raiz da unidade, isto é, à celebração eucarística”.

No caso dos Coríntios, são feitas divisões entre ricos e pobres bem durante a celebração. Jesus – sublinha o Papa – “rezou ao Pai pela unidade, mas o diabo tenta destruir até isso”:

“Eu lhes peço que façam todo o possível para não destruir a Igreja com divisões, sejam elas ideológicas como de cobiça e ambição, ou ciúmes. E principalmente para que rezem e custodiem a fonte, a raiz própria da unidade da Igreja, que é o Corpo de Cristo; e que nós – todos os dias – celebremos o seu sacrifício na Eucaristia”.

São Paulo fala das divisões entre os Coríntios, 2 mil anos atrás…

“Paulo pode dizê-lo a todos nós, à Igreja de hoje: ‘Irmãos, nisto eu não posso louvá-los porque vocês não se reúnem para o melhor, mas para o pior!’. A Igreja, toda, reunida para o pior, para as divisões: para o pior! Para sujar o Corpo de Cristo! Na celebração eucarística – e o próprio Paulo nos diz, em outra passagem: ‘Quem come e bebe do Corpo e do Sangue de Cristo indignamente, come e bebe a própria condenação’. Peçamos ao Senhor a unidade da Igreja, que não haja divisões; e unidade também na raiz da Igreja, que é precisamente o sacrifício de Cristo, que celebramos todos os dias”.

(Rádio Vaticano)