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Cynthia Dermody / Redação da Aleteia
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Farc: acordo para salvar processo de paz na Colômbia ‘está próximo’

AFP PHOTO / DIMITAR DILKOFF
UKRAINE, Perevalnoye : Armed men, believed to be Russian servicemen, stand guard outside a Ukrainian military base in Perevalnoye in Crimea on March 16, 2014. Crimeans voted in a referendum to join Russia as tensions escalated in eastern Ukraine in the worst East-West crisis since the Cold War. Russia President Vladimir Putin vowed to "respect" the outcome of the vote in a region that is now under the de facto control of Russian forces despite an international outcry. AFP PHOTO / DIMITAR DILKOFF
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A guerrilha das Farc está “próxima” de chegar a um entendimento com o governo da Colômbia para salvar o acordo de paz que foi rejeitado em referendo no dia 2 de outubro, afirmou nesta segunda-feira, em Cuba, o líder máximo dos rebeldes, Timoleón Jiménez.

As partes estão reunidas em Havana discutindo os ajustes defendidos por alguns setores que votaram contra o acordo para acabar com meio século de conflito armado.

“Próximo de definir acordo observando as preocupações das pessoas comuns: abstencionistas do Não e do Sim”, escreveu Jiménez, também conhecido como Timochenko, no Twitter.

O governo e os rebeldes analisam desde sábado fórmulas para salvar o acordo negociado por quase quatro anos, em Havana, e firmado no dia 26 de setembro por Timochenko e pelo presidente Juan Manuel Santos.

As delegações de paz não revelaram as iniciativas que estão em discussão, mas reafirmaram sua intenção de realizar modificações para poder implementar os compromissos firmados.

“Terceiro dia de reuniões para discutir propostas cidadãs. Avançamos com ânimo para chegar a um acordo”, assinalaram também no Twitter as equipes negociadoras.

O acordo que foi rejeitado nas urnas – por pequena margem – prevê na essência que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) entreguem as armas após 52 anos, e se tornem um partido político.

Neste sentido, as partes acertaram um cessar-fogo bilateral e definitivo, e fórmulas para melhorar a situação no campo (origem da revolta), combater o narcotráfico, reconhecer e indenizar as vítimas, e conceder garantias para a participação política dos ex-combatentes.

O acordo enfrentou a oposição de setores liderados pelo ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010), sob a alegação de que os rebeldes poderiam ter acesso a cargos públicos sem cumprir qualquer pena por seus crimes.

(AFP)

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